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Devem ter-se em conta, no entanto, um caso em que a massa do osciloscópio não deve estar ligada à terra. Isto acontece quando queremos efectuar a medição de uma diferença de potencial entre dois pontos de um circuito em que nenhum deles é a massa. De facto, nos casos em que a massa do circuito a testar está ligada à terra, se utilizarmos um osciloscópio cuja massa está também ligada à terra, não podemos ligar a massa do osciloscópio a outro ponto do circuito que não a sua massa, sob perigo de estarmos a efectuar um curto-circuito. Nestas situações, deve isolar-se a massa do osciloscópio da terra (ou a massa do circuito da terra), de modo a que a sua massa fique com um potencial flutuante. Deste modo, com uma das duas massas (ou do osciloscópio ou do circuito) isolada da terra já podemos ligar o terminal de massa da ponta de prova. Porquê Ligarmo-nos à Terra? No caso de se estar a trabalhar com circuitos integrados ou circuitos impressos, é também conveniente ligarmos o nosso corpo à terra. Os circuitos electrónicos atrás referidos têm caminhos de condução extremamente estreitos e sensíveis que podem ser danificados por electricidade estática ou simplesmente por andar ao longo de uma carpete ou tirar uma camisola e tocar no circuito em questão. Figura 27: Punho de ligação à terra ([Tektronics, 1997a]) Para resolver o problema atrás referido, é comum utilizar um punho de ligação à terra que descarrega a electricidade estática para a terra (Figura 27). No Caso dos Circuitos Impressos... No caso de estarmos a analisar sinais com variações rápidas (impulsos, degraus ou sinais de frequências elevadas), em circuitos impressos, devemos colocar o terminal de massa da ponta de prova o mais próximo possível do ponto a medir (Figura ). Figura 28: Um bom (esquerda) e um mau (direita) exemplo da ligação da massa ([Hitachi, 1990]) ABC do Osciloscópio 29/63