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F B L O C - P A MP smar www.smar.com.br Especificações e informações estão sujeitas a modificações sem prévia consulta. Informações atualizadas dos endereços estão disponíveis em nosso site. web: www.smar.com/brasil2/faleconosco.asp Índice ÍNDICE SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO À APLICAÇÃO DO BLOCO FUNCIONAL ......................................... 1.1 GERAL........................................................................................................................................................................... 1.1 BLOCO FUNCIONAL .................................................................................................................................................... 1.1 BLOCO TRANSDUTOR ................................................................................................................................................ 1.1 BLOCO FÍSICO ............................................................................................................................................................. 1.1 DEFINIÇÕES DO BLOCO FUNCIONAL....................................................................................................................... 1.1 TROCA DE DADOS CÍCLICA ....................................................................................................................................... 1.1 DADOS DE CONFIGURAÇÃO (CFG_DATA)............................................................................................................... 1.2 EXEMPLO DE CONFIGURAÇÃO ................................................................................................................................. 1.4 ACESSO À INFORMAÇÃO ........................................................................................................................................... 1.5 ESTRUTURA DA APLICAÇÃO DO BLOCO FUNCIONAL ........................................................................................... 1.5 OBJETO DO BLOCO .................................................................................................................................................... 1.5 PARÂMETROS DOS BLOCOS..................................................................................................................................... 1.5 PARÂMETRO DOS IDENTIFICADORES ..................................................................................................................... 1.6 USO DO PARÂMETRO................................................................................................................................................. 1.6 CONTAINED ............................................................................................................................................................................. 1.6 SAÍDA ....................................................................................................................................................................................... 1.6 ENTRADA ................................................................................................................................................................................. 1.6 RELAÇÕES DE PARÂMETRO ..................................................................................................................................... 1.7 STATUS DO PARÂMETRO .......................................................................................................................................... 1.7 COMPOSIÇÃO DO STATUS ........................................................................................................................................ 1.7 EXEMPLO: CONVERSÃO DAS ENUMERAÇÕES PARA STATUS .......................................................................... 1.11 EXEMPLO: CONVERSÃO DE NÚMERO PARA ENUMERAÇÕES ........................................................................... 1.12 TRATAMENTO DO PARÂMETRO CHANNEL ........................................................................................................... 1.12 CANAL DOS BLOCOS FUNCIONAIS DE ENTRADA ................................................................................................ 1.12 CANAL DOS BLOCOS FUNCIONAIS DE SAÍDA....................................................................................................... 1.13 EXEMPLOS DE USO DO CANAL .............................................................................................................................. 1.13 CÁLCULO DE SAÍDA .................................................................................................................................................. 1.13 CONTROLE DE CASCATA REMOTA ........................................................................................................................ 1.14 PARÂMETROS DO MODO ......................................................................................................................................... 1.15 A) MODO DE OPERAÇÃO ..................................................................................................................................................... 1.15 B) ELEMENTOS DO MODO DE UM BLOCO FUNCIONAL ................................................................................................... 1.16 C) PRIORIDADE DE MODO ................................................................................................................................................... 1.16 D) MODO DE CÁLCULO ........................................................................................................................................................ 1.16 E) INFORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA DESENVOLVEDORES DE DRIVERS ..................................................................... 1.17 PARÂMETROS DE ESCALA ...................................................................................................................................... 1.17 EXEMPLO PARA USO DE PARÂMETROS DE ESCALA .......................................................................................... 1.18 TRATAMENTO DO ESTADO DE FALHA (FAIL SAFE) ............................................................................................. 1.18 CONDIÇÕES QUE ATIVAM O FAIL SAFE ............................................................................................................................. 1.19 AÇÕES DE FAIL SAFE (FALHA DE SEGURA) ...................................................................................................................... 1.19 DIAGNÓSTICO ........................................................................................................................................................... 1.19 DIAGNÓSTICO DE CARACTERÍSTICAS DO EQUIPAMENTO ............................................................................................. 1.20 DIAGNÓSTICO DO ATUADOR .............................................................................................................................................. 1.20 ALARMES E EVENTOS – PROCESSAMENTO DE ALERTA ................................................................................... 1.20 A) PARÂMETRO DE ALARME (PARÂMETRO X_ALM) ........................................................................................................ 1.20 B) LIMITE DE ALARME (PARÂMETRO X_LIM) ..................................................................................................................... 1.20 C) HISTERESE DE ALARME (PARÂMETRO ALARM_HYS) ................................................................................................. 1.20 D) CHAVE DE ALERTA (PARÂMETRO ALERT_KEY) .......................................................................................................... 1.20 E) RESUMO DE ALARME (PARÂMETRO ALM_SUM) .......................................................................................................... 1.21 F) ATUALIZAÇÃO DO EVENTO (UPDATE EVENT) .............................................................................................................. 1.21 DEFINIÇÃO E TIPOS DE ESTRUTURA DE DADOS ................................................................................................. 1.21 OBJETO DO BLOCO – DS-32 ................................................................................................................................................ 1.21 VALOR & STATUS - ESTRUTURA DO PONTO FLUTUANTE – DS-33 ................................................................................ 1.22 VALOR & STATUS - ESTRUTURA DISCRETA – DS-34 ....................................................................................................... 1.22 ESTRUTURA DE ESCALA – DS-36 ....................................................................................................................................... 1.22 ESTRUTURA DE MODO – DS-37 .......................................................................................................................................... 1.22 ESTRUTURA DE ALARME DE PONTO FLUTUANTE–DS-39 ............................................................................................... 1.23 ESTRUTURA DE ALARME DISCRETA–DS-40 ..................................................................................................................... 1.23 ESTRUTURA DE ATUALIZAÇÃO DO ALARME–DS-41 ........................................................................................................ 1.23 III Manual de Instruções dos Blocos de Função ESTRUTURA ÍNDICE DE ALARME–DS-42 ........................................................................................................................... 1.23 SIMULATE – ESTRUTURA DO PONTO FLUTUANTE–DS-50 .............................................................................................. 1.23 SIMULATE - ESTRUTURA DISCRETA–DS-51 ...................................................................................................................... 1.24 ESTRUTURA DE GRUPO–DS-67 .......................................................................................................................................... 1.24 BIBLIOTECA DE BLOCOS ............................................................................................................ 2.1 BLOCO FÍSICO – PHY................................................................................................................................................. 2.1 DESCRIÇÃO ........................................................................................................................................................................... 2.1 PARÂMETRO FACTORY_RESET ......................................................................................................................................... 2.1 MEMÓRIA NÃO VOLÁTIL ...................................................................................................................................................... 2.1 BLOQUEIO DE GRAVAÇÃO VIA SOFTWARE ...................................................................................................................... 2.1 DIAGNÓSTICOS..................................................................................................................................................................... 2.2 SELETOR DO NÚMERO IDENTIFICADOR ........................................................................................................................... 2.2 MODOS SUPORTADOS ........................................................................................................................................................ 2.2 PARÂMETROS ....................................................................................................................................................................... 2.2 ENTRADA ANALÓGICA – AI ....................................................................................................................................... 2.3 GERAL .................................................................................................................................................................................... 2.3 ESQUEMÁTICO...................................................................................................................................................................... 2.4 DESCRIÇÃO ........................................................................................................................................................................... 2.4 SIMULAÇÃO ........................................................................................................................................................................... 2.4 MODOS SUPORTADOS ........................................................................................................................................................ 2.4 STATUS .................................................................................................................................................................................. 2.4 CÍCLICO – CFG_DATA .......................................................................................................................................................... 2.4 PARÂMETROS ....................................................................................................................................................................... 2.5 SAÍDA ANALÓGICA – AO............................................................................................................................................ 2.6 GERAL .................................................................................................................................................................................... 2.6 ESQUEMÁTICO...................................................................................................................................................................... 2.6 DESCRIÇÃO ........................................................................................................................................................................... 2.6 AUMENTAR PARA FECHAR (INCREASE TO CLOSE) ......................................................................................................... 2.6 SIMULAÇÃO ........................................................................................................................................................................... 2.6 PARÂMETROS DE READBACK ............................................................................................................................................ 2.7 MODOS SUPORTADOS ........................................................................................................................................................ 2.7 CÍCLICO – CFG_DATA .......................................................................................................................................................... 2.7 PARÂMETROS ....................................................................................................................................................................... 2.8 TOTALIZADOR - TOT .................................................................................................................................................. 2.9 GERAL .................................................................................................................................................................................... 2.9 ESQUEMÁTICO...................................................................................................................................................................... 2.9 DESCRIÇÃO ........................................................................................................................................................................... 2.9 TOTALIZAÇÃO DA VAZÃO .................................................................................................................................................. 2.10 RESET E PRESET ............................................................................................................................................................... 2.10 INICIANDO O BLOCO .......................................................................................................................................................... 2.10 MODOS SUPORTADOS ...................................................................................................................................................... 2.10 CÍCLICO – CFG_DATA ........................................................................................................................................................ 2.11 PARÂMETROS ..................................................................................................................................................................... 2.11 SAÍDA DISCRETA – DO ............................................................................................................................................ 2.12 GERAL .................................................................................................................................................................................. 2.12 DESCRIÇÃO ......................................................................................................................................................................... 2.13 SIMULAÇÃO ......................................................................................................................................................................... 2.13 MODOS SUPORTADOS ...................................................................................................................................................... 2.13 STATUS HANDLING ............................................................................................................................................................ 2.13 CÍCLICO CFG_DATA ........................................................................................................................................................... 2.14 PARÂMETROS ..................................................................................................................................................................... 2.14 ATRIBUTOS DOS PARÂMETROS DO BLOCO DE FUNÇÃO DE SAÍDA DISCRETA ........................................................ 2.15 ENTRADA DISCRETA – DI........................................................................................................................................ 2.15 GERAL .................................................................................................................................................................................. 2.15 DESCRIÇÃO ......................................................................................................................................................................... 2.16 SIMULAÇÃO ......................................................................................................................................................................... 2.16 MODOS SUPORTADOS ...................................................................................................................................................... 2.16 STATUS HANDLING ............................................................................................................................................................ 2.17 CÍCLIC CFG_DATA .............................................................................................................................................................. 2.17 PARÂMETROS ..................................................................................................................................................................... 2.17 ATRIBUTOS DOS PARÂMETROS DO BLOCO DE FUNÇÃO DE SAÍDA DISCRETA ........................................................ 2.18 DESCRIÇÕES DE BITSTRINGS ............................................................................................................................... 2.19 DIAGNÓSTICOS (BLOCO PHYSICAL) ................................................................................................................................ 2.19 CHECK_BACK (BLOCO DE SAÍDA ANALÓGICA) .............................................................................................................. 2.19 CONFIGURAÇÕES E DISPONIBILIDADES DE FB .................................................................................................. 2.20 IV Seção 1 INTRODUÇÃO À APLICAÇÃO DO BLOCO FUNCIONAL Geral As aplicações que utilizam os blocos funcionais são definidas como aplicações de planta ou fábrica, que executam um ou mais monitoramentos automáticos e funções de controle. Bloco Funcional Os blocos funcionais representam as funções de automação básicas executadas por aplicações dos blocos funcionais. Cada bloco funcional processa parâmetros de entrada de acordo com um algoritmo específico e um conjunto interno de parâmetros de controle. Eles fornecem os parâmetros de saída, disponíveis internamente, para serem usados na mesma aplicação ou para outras aplicações dos blocos funcionais. Bloco Transdutor Os blocos transdutores isolam os blocos funcionais dos equipamentos específicos de E/S, tais como sensores, atuadores e interruptores. Os blocos transdutores controlam o acesso às E/S dos equipamentos por uma interface independente do equipamento definida pelo uso de blocos funcionais. Os blocos transdutores também executam funções, tais como calibração e linearização, nos dados de E/S para convertê-los para uma representação independente. Sua interface para blocos funcionais é definida como um ou mais canais de E/S independentes das implementações. Bloco Físico Os blocos físicos (resource) são usados para definir as características de hardware específicas das aplicações do bloco funcional. Similar aos blocos transdutores, eles isolam os blocos funcionais do hardware físico por conterem um conjunto de implementação independente dos parâmetros de hardware. Definições do Bloco Funcional Os blocos funcionais são definidos por suas entradas, saídas, parâmetros de controle e pelo algoritmo que opera sobre estes parâmetros. Os blocos funcionais são identificados usando um nome (Tag) e um índice numérico. Os Tags fornecem uma referência simbólica aos blocos funcionais. Eles não podem ser ambíguos dentro de um sistema fieldbus. Os índices numéricos pré-determinados são números atribuídos para otimizar o acesso aos blocos funcionais. Ao contrário do que faz os Tags do bloco funcional, que são globais, os índices numéricos pré-determinados têm somente um significado dentro da aplicação que contém o bloco funcional. Os parâmetros do bloco funcional definem as entradas, saídas e os dados usados para controlar a operação dos blocos funcionais. Eles são visíveis e acessíveis na rede. Os parâmetros adicionais, chamados "contained within" são parâmetros usados para definir os dados privados de um bloco funcional. Embora visíveis na rede não podem participar de trocas de dados cíclicas. Troca de Dados Cíclica A troca de dados cíclica indica que um parâmetro da entrada de um bloco funcional obtém seu valor, ciclicamente, dos parâmetros de saída específicos de um outro bloco funcional no outro equipamento. Não há nenhuma ligação interna entre os blocos funcionais no dispositivo. Em geral, um bloco funcional do equipamento transmissor, ou atuador, troca dados ciclicamente com o controlador (por exemplo, um PLC mestre). Tipicamente, o transmissor obtém os dados do sensor e o equipamento controlador requisita estes dados, faz cálculos e envia o resultado para um atuador que tomará algumas ações no processo. 1.1 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Para configurar quais informações serão trocadas, o mestre obtém a informação dos equipamentos consultando o arquivo GSD. Para cada equipamento há um arquivo GSD. Este arquivo possui um número identificador que é único e que identifica o equipamento para o mestre da rede. O arquivo GSD contém toda a informação do equipamento, por exemplo, tipo de transmissor, quantos e que tipo de blocos o equipamento possui e a possível configuração cíclica que o equipamento suporta. Um exemplo de arquivo GSD é mostrado na Figura 1.1. ; ; GSD file for LD303 - Pressure Transmitter ; smar0895.GSD ; #Profibus_DP GSD_Revision = 2 Vendor_Name = "SMAR" Model_Name = "LD303" Revision = "1.0" Ident_Number = 0x0895 ; 0x9740 : : : : ;Modules for Analog Input Module = "Analog Input (short) " 0x94 EndModule Module = "Analog Input (long) " 0x42, 0x84, 0x08, 0x05 EndModule ;Module for Totalizer Module = "Total " EndModule Module = "Total_Settot " EndModule Module = "Total_Settot_Modetot " EndModule ;Empty module Module = "EMPTY_MODULE" EndModule 0x41, 0x84, 0x85 0xC1, 0x80, 0x84, 0x85 0xC1, 0x81, 0x84, 0x85 0x00 Figura 1.1 - Exemplo do Arquivo GSD Dados de Configuração (CFG_DATA) Na troca de dados cíclica há diferentes parâmetros para os blocos funcionais (para maiores detalhes, o parâmetro CYCLIC_CFG_DATA deve ser verificado para cada bloco da função). As diferenças vêm das necessidades diferentes do usuário em relação à aplicação da informação (com ou sem a realimentação da posição real da saída) e o modo de integração na tarefa do controle (com ou sem cascata remota). Durante a configuração, o operador escolhe a combinação de parâmetros e as ferramentas concatenar uma string de configuração interna (na figura 1, a string de configuração ou o identifier byte são aqueles números definidos em cada módulo). O mestre busca pela configuração, no arquivo GSD, suportada por um bloco específico. Por exemplo, de acordo com o arquivo GSD da figura 1, o usuário pode configurar a saída do bloco de Entrada Analógica "Analog Input (short)" ou a saída do Totalizador (total) ou de ambos. No arquivo GSD há uma seção onde são definidas todas as configurações possíveis suportadas pelo equipamento. Cada configuração permitida é iniciada com a palavra "Module" e concluída com a palavra "EndModule". Na descrição de cada "Module" há um nome da string e alguns números da configuração dos dados (CFG_DATA). Estes números são internos ao mestre e descrevem as combinações dos parâmetros (quantos parâmetros, tipos de dados, comprimento, etc.) do bloco funcional. Por exemplo: 1.2 Introdução Module = Total_Settot " 0xC1, 0x80, 0x84, 0x85, ------------------ -------------------------------- String descrevendo o parâmetro da configuração cíclica Dados de Configuração (CFG_DATA) Há um módulo especial “EMPTY_MODULE” indicando que aquele bloco funcional específico não participará da troca de dados cíclica. Para cada bloco funcional, que suporta as trocas cíclicas de dados, é necessário configurar uma (e somente uma) combinação cíclica de configuração para este bloco OU o "EMPTY_MODULE" (indicando que o usuário não deseja usar o bloco). De acordo com o Profibus-PA profile 3.0, há dois tipos de configuração para uma combinação dos parâmetros. O byte Identifier (ou short identifier) e o Extended Identifier Format (ou long identifier). Algumas combinações têm somente um tipo de configuração e outras têm ambos. Os equipamentos Smar suportam ambos os tipos de configuração. Assim, no exemplo acima o usuário pode escolher "Analog Input (short)" ou " Analog Input (long)" e terá o mesmo resultado para a configuração. Na mesma configuração o usuário pode, ainda, combinar ambos tipos de configuração: longo (long) e curto (short). Se houver mais de um bloco funcional com mais de um parâmetro cíclico, os elementos de dados ficarão concatenados na mesma entrada ou no frame dos dados de saída (isto depende da configuração). A ordem dos parâmetros para um bloco funcional no frame dos dados de entrada e de saída é do mais baixo para o mais alto do índice relativo na tabela dos blocos funcionais (veja o exemplo na figura 3). Se houver mais de um bloco funcional do mesmo tipo dentro de um equipamento, por exemplo: 3 blocos funcionais AI, a ordem dos parâmetros cíclicos na entrada e na saída do frame dos dados da saída será a mesma da ordem do bloco funcional, no diretório do exemplo do equipamento (veja o exemplo na figura 2). Todos os blocos funcionais do equipamento precisam ser configurados no "Config data" na mesma ordem do diretório no equipamento (veja na tabela "FB set and FB type availability" a ordem dos blocos para cada dispositivo). Por exemplo, no equipamento LD303 que tem um bloco funcional AI e um TOT, a ordem para o "Config data" deve ser AI e TOT, respectivamente. No equipamento IF303 que tem 3 AI e 3 TOT, a ordem do "Config data" deve ser AI1, AI2, AI3, TOT1, TOT2, TOT3, respectivamente. As figuras a seguir ilustram as trocas de dados entre o equipamento mestre e o equipamento escravo. Na Figura 1.2, no equipamento FI303 (3 blocos AO) só o primeiro AO é configurado (deve ser observado que a ordem da configuração necessita ser respeitada). Assim, na configuração, o usuário precisa indicar os blocos (AO2 e AO3) que não são usados. Para isto, os blocos não utilizados devem ser configurados para “Empty Module”. Para o bloco AO1, é escolhido “RCAS_IN + RCAS_OUT” para a troca de dados, aonde os dados da saída do bloco funcional do mestre vão para a entrada RCAS_IN do equipamento escravo. E a saída RCAS_OUT do bloco funcional AO1 vai para a entrada do bloco funcional do Mestre. RCAS_OUT OUT1 RCAS_OUT OUT1 BUFFER DE ENTRADA BLOCO DE FUNÇÃO EQUIPAMENTO MESTRE BUFFER DE ENTRADA A01 A02 BUFFER DE SAÍDA OUT1 A03 FI303 RCAS_OUT Figura 1.2 – Exemplo da troca cíclica de dados - Dados da Configuração “RCAS_IN + RCAS_OUT” + “Empty_Module” + “Empty_Module” para o equipamento FI303 1.3 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Na Figura 1.3, para o equipamento FY303 (1 bloco AO), é escolhida a troca de dados “SP + RB + RCAS_IN + RCAS_OUT + POS_D + CB”, onde há 2 entradas e 4 saídas para serem transportadas do escravo para o mestre. Nesse caso, a ordem do buffer de entrada e de saída depende do índice relativo do parâmetro do bloco. Por exemplo, os dados de entrada para o escravo OUT1 e OUT2 (no frame) respeitam a ordem ascendente do bloco AO. O SP recebe OUT1 e o RCAS_IN recebe OUT2 (veja a tabela de parâmetros do bloco para verificar o índice relativo do parâmetro). O mesmo ocorre com as 4 saídas do bloco AO. A ordem do buffer da saída é READBACK, RCAS_OUT, POS_D e CHECKBACK. READBACK RCAS_OUT OUT1 READBACK RCAS_OUT POS_D POS_D CHECKBACK OUT2 CHECKBACK BUFFER DE ENTRADA BUFFER DE ENTRADA BLOCO DE FUNÇÃO SP EQUIPAMENTO MESTRE R_IN A01 RB R_OUT FY303 POS_D CB BUFFER DE SAÍDA READBACK RCAS_OUT POS_D CHECKBACK Figura 1.3 – Exemplo da troca cíclica de dados - Dados de Configuração “SP + RB +RCAS_IN + RCAS_OUT + POS_D + CB” para o equipamento FY303 Exemplo de Configuração 1) Considerando o transmissor LD303, que tem 2 blocos funcionais: 1 AI e 1 TOT. A seguinte configuração é válida: • Configurando a saída do bloco AI e a saída do bloco TOTAL: " Analog Input (short) " e “Total” ou “0x94, 0x41, 0x84, 0x85” • Configurando somente a saída do bloco AI: " Analog Input (long) " e “Empty module” ou “0x42, 0x84, 0x08, 0x05, 0x00” • Configurando somente a saída do bloco TOTAL: “Empty Module” e “Total_Settot” ou “0x00, 0xC1, 0x80, 0x84, 0x85” 2) Considerando o transmissor FI303 que tem 3 blocos funcionais, 3 blocos AO. As seguintes configurações são válidas: • Configurando a entrada RCAS_IN, RCAS_OUT e somente a saída CHECKBACK do AO1 (primeiro bloco de Entrada Analógica): "RCAS_IN + RCAS_OUT “0x97,0xA4,0x00,0x00”. • + CB ", “EMPTY_MODULE” e “EMPTY_MODULE” ou Não configura o AO1, configurando a entrada SP, Readback e as saídas PosD do AO2, e o SP do AO3, resulta: “EMPTY_MODULE”, " SP + RB + POS_D " e “SP” ou “0x00,0x96,0xA4,0xA4” • Configurando a entrada RCAS_IN e a saída RCAS_OUT dos 3 AOs (AO1,AO2 e AO3): “RCAS_IN+ RCAS_OUT”, “RCAS_IN + RCAS_OUT”, “RCAS_IN + RCAS_OUT” “0xB4,0xB4,0xB4” ou Notas: • No exemplo 1, a ordem nos blocos funcionais no LD303 é: AI e TOT, respectivamente. Assim, na configuração é necessário escolher uma configuração válida para os blocos AI e TOT. Se o usuário escolher primeiro configurar o bloco TOT, a conexão cíclica não será estabelecida. No exemplo 2 é necessário configurar os blocos AO1, AO2 e AO3, respectivamente, nesta ordem. 1.4 Introdução • • • Alguns configuradores usam a descrição do módulo no arquivo GSD, por exemplo, “Analog Input (short).” Outros usam o número do identificador, por exemplo, “0x94.” Assim no exemplo são mostrados ambos os tipos de configuração. Na configuração, usando os números do identificador, todos os blocos funcionais já foram incluídos na string, por exemplo, “0x00,0x96,0xA4,0xA4” do exemplo 2, tem “0x00” (módulo vazio) para o primeiro bloco, “0x96,0xA4” (SP, READBACK,POS_D) para o segundo bloco, e “0xA4” (SP) para o terceiro bloco. O uso de identificadores curtos ou longos têm o mesmo efeito. Acesso à Informação A informação do bloco funcional pode ser agrupada para acesso, dependendo de como ela será usada. Por enquanto, há somente a definição de acesso para fins de visualização dinâmica dos dados de operação. Para suportar o acesso da informação pela interface do operador, durante execução do bloco funcional, dois níveis de acesso a rede são definidos: um para o tráfego operacional e um para o tráfego de supervisão. O operador do tráfego na interface é transferido como tráfego de supervisão para prevenir a interferência no tempo crítico da operação dos blocos funcionais. Estrutura da Aplicação do Bloco Funcional As aplicações dos blocos funcionais são modeladas como configurações de blocos funcionais coordenadas para executar uma configuração relacionada às operações. O modelo do bloco funcional é um algoritmo em tempo real que transforma parâmetros de entrada em parâmetros de saída. Sua operação é controlada através dos parâmetros de configuração do controle. Os equipamentos, transmissor e atuador têm blocos funcionais que são modelados para fornecer ou obter os valores de processo dos blocos funcionais do equipamento controlador. A operação entre os blocos funcionais e os diferentes equipamentos é modelada através das trocas de dados entre o parâmetro de entrada de um bloco funcional e um parâmetro de saída do outro. Os blocos funcionais podem ser limitados juntos, internamente, e através dos equipamentos. As interfaces entre os blocos funcionais localizadas na mesma aplicação do bloco funcional são localmente definidas. Estas interfaces entre os blocos funcionais em diferentes equipamentos usam as tarefas de comunicação. Para suportar a operação dos blocos funcionais, a arquitetura do bloco funcional também suporta os blocos transducer, resource e objetos de display. O processo de aplicação do bloco funcional representa a aplicação do bloco funcional como uma configuração integrada destes componentes acessados para sua interface de rede. Objeto do Bloco Um objeto de bloco representa a unidade lógica de processamento composta dos parâmetros de entrada, processamento e de controle e um algoritmo associado. Durante a operação do sistema, um guia de referência rápido conhecido como índice numérico é usado para fins de acesso ao bloco. O índice numérico de um bloco é único somente dentro da aplicação onde o bloco funcional existe. O algoritmo do bloco é identificado por seu tipo e pelo seu nível de revisão. Esta informação indica como a execução do algoritmo é afetada pelos parâmetros de controle. Parâmetros dos Blocos Os parâmetros definem as entradas, saídas e dados de controle para um bloco. Seus relacionamentos um com o outro e com o algoritmo do bloco são mostrados abaixo. 1.5 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Parâmetro dos Identificadores Os nomes dos parâmetros são únicos dentro de um bloco. Dentro de um sistema, um parâmetro pode ser facilmente identificado qualificando o nome com o tag do bloco. Uso do Parâmetro Os parâmetros são definidos para um bloco com um propósito específico. Cada um é definido para ser usado com uma entrada, uma saída ou um parâmetro de controle. Os parâmetros de controle, também, são chamados parâmetros contained porque eles podem não ser conectados ciclicamente com os parâmetros nos outros blocos. Cada tipo de uso está definido a seguir: Contained Um parâmetro “contained” é um parâmetro cujo valor é configurado, ajustado por um operador ou equipamento de um nível mais elevado, ou calculado. Não pode ser linkado a outra entrada ou saída do bloco da função. O parâmetro de modo é um exemplo de um parâmetro contido comum para todos os blocos. Saída Um parâmetro de saída é um parâmetro que pode ser conectado ciclicamente a um parâmetro de entrada do outro bloco funcional. Em geral, os parâmetros de saída contêm o status do bloco. O status da saída indica a qualidade do valor do parâmetro e o modo do bloco quando ele foi gerado. O valor de um parâmetro de saída pode não ser obtido de uma fonte externa para o bloco. Ele pode, ou não, ser gerado pelo algoritmo do bloco. Os valores de determinados parâmetros de saída são dependentes do valor do parâmetro do modo do bloco. Estes parâmetros de saída podem ser referidos como parâmetros de saída modecontrolled. Os blocos cujo propósito é gerar uma saída simples contêm um parâmetro projetado como parâmetro de saída primário. As saídas primárias são usadas por outros blocos, com finalidade de controle ou de cálculo. Estes blocos contêm também parâmetros de saída secundários, tais como os parâmetros de alarme e parâmetros de evento que representam um suporte para o parâmetro de saída primário. Entrada Um parâmetro de entrada obtém seu valor de uma fonte externa para o bloco. Um parâmetro de entrada pode ser conectado ciclicamente a um parâmetro de saída de outro bloco funcional. Seu valor pode ser usado pelo algoritmo do bloco. Em geral, os valores dos parâmetros de entrada são acompanhados por um status. Quando um parâmetro de entrada é conectado ciclicamente a um parâmetro de saída, os status serão fornecidos como status do parâmetro de saída (quando o parâmetro tem um status). Quando ele não é conectado ciclicamente a um parâmetro de saída, os status indicarão que o valor não foi fornecido por um parâmetro de saída. Quando um valor esperado do parâmetro de entrada não é recebido, os serviços suportados pelos blocos funcionais responsáveis pela entrega dos dados configuram os status do parâmetro de entrada indicando falha. Se um parâmetro de entrada não é conectado ciclicamente a algum parâmetro de saída, então ele será tratado como um valor constante pela aplicação do bloco funcional. A diferença entre os parâmetros de entrada não ciclicamente conectados e os parâmetros contained é que os parâmetros de entrada têm capacidade para suportar uma conexão cíclica e os parâmetros contained não a têm. Os blocos cuja finalidade é transformar ou operar numa única entrada, conterão um parâmetro projetado como entrada primária. Um parâmetro de entrada de alguns tipos de bloco é designado como parâmetro de entrada primária. Entradas primárias são usadas para controle ou cálculo. Estes blocos também podem conter parâmetros de entrada secundárias, que suportam o processamento feito no parâmetro de entrada primária. 1.6 Introdução Relações de Parâmetro A execução do bloco envolve entradas, saídas, parâmetros contained e o algoritmo do bloco. O tempo de execução para um algoritmo do bloco é definido como um parâmetro do bloco. Seu valor depende de como o bloco foi implementado. Os parâmetros de entrada compostos são usados pelo algoritmo em conjunto com o estado da aplicação do bloco da função que contém o bloco para determinar se o algoritmo pode atingir o modo target (modo desejado) estabelecido para ele. O parâmetro de TARGET_MODE indica qual modo de operação é desejado para o bloco. Normalmente é ajustado por um equipamento de controle ou por um operador. Sob determinadas circunstâncias operacionais, um bloco pode não estar apto para funcionar no modo requisitado. Nestes casos, o modo actual reflete o modo que o bloco deve estar para conseguir realizar as funções requisitadas. A comparação do modo actual com o modo target indica se o objetivo foi alcançado. Os valores para o parâmetro Modo de um bloco são definidos pelo parâmetro de Modos Permitidos para o bloco. Assim, os modos disponíveis para controlar um bloco podem variar para os blocos. Assim que o modo actual é determinado, há a execução do bloco e as saídas são geradas. Status do Parâmetro O argumento status para os parâmetros de entrada e de saída mostra para os outros blocos o status atual deste bloco que está enviando dados ou valores . O campo Status é composto por três partes: Quality, Sub-status e Limits. Quality – indica a qualidade do valor do parâmetro. • Good Cascade – A qualidade do valor é boa e pode fazer parte da estrutura em cascata. • Good Non-cascade – A qualidade do valor é boa, mas o bloco não suporta um caminho em cascata. • Uncertain – A qualidade do valor está abaixo do normal, mas o valor ainda pode ser útil. • Bad – O valor não é útil. Sub-status – O sub-status é um complemento do estado da qualidade e leva a informação para inicializar ou parar um controle em cascata, alarmes e outros. Há diferentes configurações do substatus para cada qualidade. Limits – Fornece informação se o valor associado está limitado ou não, bem como a direção. Os limites são classificados como: Not Limited, High Limited, Low Limited, Constant. Quando um parâmetro de entrada é “conectado” num parâmetro de saída pela troca de dados cíclicos, a estrutura toda (status e valor) é recebida do barramento. Se a entrada não estiver “conectada”, então os status e os valores podem ser configurados manualmente pelo usuário. Composição do Status O status tem a seguinte composição: Figura 1.4 – Composição do Status Quality, Sub-status e Limits são os componentes do status e são definidos como se segue: 1.7 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Quality - A qualidade usada será determinada pela condição de mais alta prioridade: 0 = Bad 1 = Uncertain 2 = Good Non Cascade 3 = Good Cascade Sub-status – Os valores do sub-status no status attribute são definidos conforme Tabela 1.1. Limit – As seguintes condições de limit sempre estarão disponíveis no status Atributo. 0 = Not Limited 1 = Low Limited 2 = High Limited 3 = Constant Exemplos de status: 0xC1 (em hexadecimal) significa “Good-Cascade Non Specific and Low Limited” 0xCF(em hexadecimal) significa “Good-Cascade Not invited and Constant” 0x4E(em hexadecimal) significa “Uncertain Initial Value and High Limited” Quality Sub-Status Limit Valor Hexa Valor Decimal Não em Cascata 0x80 128 X 0x84 132 X 0x88 136 X 0x8C 140 X 0x90 144 X 0x94 148 X 0 – Not Limited GoodNC 0 = ok (lowest priority) 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodNC 1 = Active Update Event 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodNC 2 = Active Advisory Alarm 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodNC 3 = Active Critical Alarm 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodNC 4 = Unacknowledged Update Event 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodNC 5 = Unacknowledged Advisory Alarm 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 1.8 Caminho para Frente na Cascata Caminho de Retorno na Cascata Introdução 0 – Not Limited GoodNC 6 = Unacknowledged Critical Alarm 1 – Low Limited 2 – High Limited 0x98 152 X 0xA0 160 X 0xA4 164 X 0x40 64 X 0x44 68 X 0x48 72 X 0x4C 76 X 0x50 80 X 0x54 84 X 0x58 88 X 3 - Constant 0 – Not Limited GoodNC 8 = Initiate Fail Safe (IFS) 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodNC 9 = Maintenance required 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 0 = Non-specific 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 1 = Last Usable Value 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 2 = Substitute 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 3 = Initial Value 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 4 = Sensor Conversion not Accurate 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 5 = Engineering Unit Range Violation 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 6 = Sub-normal 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 1.9 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais 0 – Not Limited Uncertain 7 = Configuration Error 1 – Low Limited 2 – High Limited 0x5C 92 X 0x60 96 X 0x64 100 X 0xC0 192 X 0xC4 196 X 0xC8 200 X 0xCC 204 X 0xD4 212 0xD8 216 0xE0 224 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 8 = Simulated Value 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Uncertain 9 = Sensor Calibration 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodC 0 = ok 1 – Low Limited 2 – High Limited X 3 - Constant 0 – Not Limited GoodC 1 = Initialization Acknowledged(IA) 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodC 2 = Initialization Request(IR) 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodC 3 = Not Invited (NI) 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited GoodC 5 = Do Not Selected(NS) 1 – Low Limited 2 – High Limited X 3 - Constant 0 – Not Limited GoodC 6 = Local Override(LO) 1 – Low Limited 2 – High Limited X 3 - Constant 0 – Not Limited GoodC 8 = Initiate Fail Safe (IFS) 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 1.10 X Introdução 0 – Not Limited Bad 1 – Low Limited 0 = Non-specific 2 – High Limited 0x00 0 X X X 0x04 4 X X X 0x08 8 0x0C 12 X X X 0x10 16 X X X 0x14 20 0x18 24 0x1C 28 3 - Constant 0 – Not Limited Bad 1 = Configuration Error 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Bad 2 = Not Connected 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Bad 3 = Device Failure 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Bad 4 = Sensor Failure 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Bad 5 = No Communication, with last usable value 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Bad 6 = No Communication, with no usable value 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant 0 – Not Limited Bad 7 = Out of Service (highest priority) 1 – Low Limited 2 – High Limited 3 - Constant Tabela 1.1 – Composição dos Status Exemplo: Conversão das Enumerações para Status A seguinte fórmula é usada para obter o número da enumeração de um atributo para um determinado status: Estado decimal do valor = 64 x Quality + 4 x Sub-Status + Limit Por exemplo, considerando o seguinte status: “Uncertain - Initial Value - High Limited” 1.11 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Onde: Quality = “Uncertain” = 1 Sub-status = “Initial Value” = 3 Limit = “High Limited “= 2 Aplicando a fórmula: Decimal Value Status = 64x1 + 4x3 + 2 = 78 (em decimal) 0x4E (em Hexadecimal) Exemplo: Conversão de Número para Enumerações Há muitas formas para converter o número enumerado à string de status. Abaixo, são mostradas duas formas para fazê-lo: 1) Expressando o número em binário. Status do valor em hexadecimal = 78 = 0x4E = 01001110 (em binário) Dividindo este número binário nos campos Quality, Sub-Status e Limit: Quality = 01 = 1 = “Uncertain” Sub-estado = 0011 = 3 = “Valor Inicial” Limit = 10 = 2 = “Limitado em Alto” O estado correspondente é “Uncertain - initial value - high limited.” 2) Usando o valor do estado em formato decimal. Decimal Value Status = 78 Dividido o número por 64. O quociente será o Quality e armazenado o resto: Quality = 78 / 64 = 1 Resto = 14 Dividido o resto por 4. O quociente será o Sub-Status e o resto será o limite: SubStatus = 14 / 4 = 3 Limit = 2 Tratamento do Parâmetro CHANNEL Os blocos funcionais de Entrada Analógica, Saída Analógica e Totalizador são conectados ao bloco transdutor através do parâmetro CHANNEL. O formato do parâmetro CHANNEL é Unsigned16 e seu valor representa um ponteiro relacionado ao bloco transdutor e a seu parâmetro. Consiste em 2 elementos: • TransducerID (o primeiro Byte é 1 para o primeiro transdutor, 2 para o segundo, etc. (Depende da ordem no diretório). • Índice relativo do parâmetro do bloco transdutor usado (Segundo Byte). Opcionalmente, o parâmetro CHANNEL pode ser desconectado ajustando seu valor para zero (0x00). Canal dos Blocos Funcionais de Entrada Tipicamente, um bloco transdutor de um transmissor tem três parâmetros que podem ser conectados ao bloco funcional de entrada: Valor Primário (PV), Valor Secundário1 (SV1) e Valor Secundário 2 (SV2). O bloco funcional conectado ao transdutor pode ser conectado com cada uma destas saídas. Embora ele dependa do equipamento e do bloco funcional. Há algumas regras que são descritas abaixo: • • 1.12 O bloco Totalizador só pode ser configurado com o parâmetro PV; Tipos diferentes de blocos funcionais (por exemplo, AI ou TOT), podem ser configurados com o mesmo valor de CHANNEL, mas blocos funcionais do mesmo tipo (por exemplo, AI e AI ou TOT e TOT) não podem referenciar ao mesmo transducer ID no CHANNEL; Introdução • O índice relativo dos parâmetros de saída do transdutor (PV, SV1, SV2) é diferente para cada tipo de equipamento. Canal dos Blocos Funcionais de Saída O Transdutor de um equipamento atuador só tem um parâmetro de referência, e o Índice Relativo do Bloco Funcional do parâmetro de canal deverá ser 0 (zero). O bloco AO tem dois canais, sendo um para conectar o transdutor (AOTRD) e OUT_CHANNEL, onde o bloco AO envia o valor calculado ao transdutor. O outro canal, é utilizado para conectar o TRD ao AO (TRDAO) e IN_CHANNEL, onde o transdutor envia a posição ao parâmetro readback do bloco de saída analógico. Para os equipamentos Smar não são necessários os 2 canais, portanto é recomendado o mesmo valor para ambos os canais. Exemplos de Uso do Canal 1) Configurando o canal do equipamento LD303: Considerando que o equipamento LD303 possui 1 transdutor e 2 blocos funcionais: 1 AI e 1 TOT. Os possíveis canais destes blocos funcionais podem ser: a) Há apenas um bloco transdutor, portanto o primeiro byte é 1. b) O bloco TOT deve ser configurado com o parâmetro PV. Portanto o segundo byte do canal tem de ser PV. (No equipamento LD303, o PV do transdutor possui o índice relativo 18 (0x12 relativo). c) No bloco AI, o segundo byte do canal pode ser PV, SV1 ou SV2 (índice relativo SV1 = 29 (0x1D), índice relativo SV1 = 31(0x1F)). O canal de AI e TOT será: AI.CHANNEL = 0x011D (se a saída do transdutor escolhido for SV1) ou 0x011F (Se a saída for SV2) ou 0x0112 (se o parâmetro escolhido for PV) TOT.CHANNEL = 0X0112 (saída PV) 2) Configurando o canal do equipamento FI303 Considerando que o equipamento FI303 possui 3 transdutores e 3 blocos funcionais AO. Os possíveis canais deste FBs podem ser: a) Para este caso de 3 transdutores, o primeiro byte pode ser 1 (para o primeiro transdutor), 2 (para o segundo transdutor), 3 (para o terceiro transdutor). b) O segundo byte para o equipamento atuator será sempre zero (0). Os canais dos blocos AO seriam: AO1.IN_CHANNEL = AO1.OUT_CHANNEL = 0X0100 (o primeiro AO configurado com o primeiro transdutor) AO2.IN_CHANNEL = AO2.OUT_CHANNEL = 0X0200 (o segundo AO configurado com o segundo transdutor) AO3.IN_CHANNEL = AO3.OUT_CHANNEL = 0X0300 (o terceiro AO configurado com o terceiro transdutor) Cálculo de Saída Quando o modo atual é AUTO ou RCAS, o algoritmo é executado normalmente. Este cálculo é específico para cada tipo de bloco funcional. Se o equipamento está em modo “manual”, a saída é seguida de um valor fornecido pelo usuário (Man ou LO). No modo manual o estado da saída será de “Uncertain Simulate Value” indicando que a saída está sendo escrita. 1.13 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Controle de Cascata Remota Em uma cascata remota, o bloco de controle superior fornece o valor do status da saída, que se torna a entrada da cascata remota para o bloco inferior. O bloco inferior em cascata remota fornece um valor de saída que é comunicado ao bloco superior como retorno de cálculo. O seguinte exemplo mostra o processo de inicialização da cascata remota. Retorno Saída de Cascata Remota Entrada de Cascata Remota Entrada de Recálculo Saída BLOCO SUPERIOR BLOCO INFERIOR AO BLOCO MESTRE DE CONTROLE Avanço Figura 1.5 – Exemplo da Cascata Remota Quatro passos para completar a inicialização de cascata remota: 1. Not cascade mode – O bloco AO está no modo Auto e será indicado para o próximo bloco superior (no equipamento mestre) que a saída do mestre não está sendo usada. Sendo assim, o bloco (AO) envia o valor atual usando (SP value) e o estado GoodC-Not Invited de volta. AO Target_Mode = Auto RCAS_IN.Status = Qualquer estado (porque o bloco não está no modo cascata) MODE_BLK.Actual = Auto BKCAL_OUT.Status = GoodC-not Invited 2. Initialize – O usuário muda o modo Target do bloco inferior (AO) para RCas e o bloco AO envia o estado de “GoodC-IR” na saída RCAS_OUT. O valor de RCAS_OUT é o valor inicial para que o bloco superior inicie os cálculos. O bloco AO aguarda o estado “Good initiate acknowledge” na entrada RCAS_IN. Esta entrada é conectada à saída do bloco imediatamente superior. O bloco AO continua executando o último valor válido de SP. AO Target_Mode = Rcas RCAS_IN.Status = Good Cascade e substates diferentes de Initiate Acknowlegde MODE_BLK.Actual = Auto BKCAL_OUT.STATUS = GOODC-INICIALIZATION REQUEST (IR) 3. Initialization complete – O bloco AO vai para Rcas, pois o bloco superior enviou um estado “GoodC-IA” para a entrada RCAS_IN. Agora, o bloco AO começa a ler o valor de SP da entrada RCAS_IN. AO Target_Mode = RCas RCAS_IN.STATUS = GOOD CASCADE – INITIATE ACKNOWLEGDE (IA) MODE_BLK.Actual = RCas RCAS_OUT.Status = GoodC-Ok 4. Cascade complete – O bloco superior muda o status da saída de GoodC-IA para GoodC-ok. O bloco AO lê o valor SP da entrada RCAS_IN. 1.14 Introdução AO Target_Mode = RCas RCAS_IN.Status = Good Cascade- Ok MODE_BLK.Actual = RCas RCAS_OUT.Status = Good Cascade - Ok Nota: O bloco inferior não pode ser executado em RCas: o modo designado do bloco inferior não é RCas ou há alguma condição forçando o bloco inferior para uma prioridade maior como condições de Fail Safe (Veja detalhes na seção Parâmetros do Modo). Parâmetros do Modo a) Modo de Operação A operação do bloco é resumida para cada tipo de modo conforme abaixo: Out of Service (O/S): O bloco não está sendo avaliado. A saída é mantida no último valor ou, em caso de falta de alimentação, pode ser programado para manter um valor. Local Override (LO): O bloco de saída não está sendo calculado, embora possa estar limitado. Aplica-se ao bloco de controle que suporta parâmetro de entrada rastreado. Quando o bloco está em LO, a saída segue o valor estabelecido pelo usuário localmente (através de atuações de chaves magnéticas). O usuário não pode alterar as saídas do host remoto. Manual (Man): A saída do bloco não está sendo calculada, embora possa estar limitada. Neste modo, o operador pode ajustar diretamente as saídas do bloco. Automático (Auto): O algoritmo normalmente calcula a saída do bloco. Se o bloco tiver um setpoint ele será usado com um valor local, que pode ser gravado pelo operador através de um equipamento de interface local. A saída do bloco é calculada usando a entrada do bloco transdutor, no caso de um bloco funcional, e usando um valor de setpoint fornecido por um servidor ou um operador através de uma interface em caso de um bloco funcional de saída. Remote Cascade (RCas): O setpoint do bloco está sendo ajustado por um aplicativo de controle através do parâmetro de cascata remota RCAS_IN. O algoritmo normal calcula a saída do bloco baseado naquele setpoint. Os modos “automático” são Auto e Rcas, que calculam a saída primária usando o algoritmo normal. Os modos “manual” são LO e Man. Modo Fonte SP Fonte de Saída O/S LO Man Auto Usuário Usuário Usuário Usuário Aplicação de controle sendo executada no equipamento de interface Usuário Usuário Usuário Algoritmo do Bloco Rcas Algoritmo do Bloco Tabela 1.2 – Parâmetros do Modo 1.15 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais b) Elementos do Modo de um Bloco Funcional O modo é composto por dois parâmetros: TARGET_MODE e MODE_BLK que são definidos para todos os blocos. Estes parâmetros são explicados abaixo: TARGET_MODE - este é o modo solicitado pelo operador. Apenas um modo da lista de modos permitidos pelo parâmetro pode ser solicitado. Isto é checado pelo próprio equipamento. MODE_BLK - este parâmetro é calculado pelo algoritmo baseado nas entradas e no modo Target. Entretanto, o usuário não pode escrever nos atributos deste parâmetro. É definido como tendo três elementos: • Actual - Este é o modo atual do bloco. Pode ser diferente do TARGET_MODE baseado nas condições operacionais e na configuração do bloco, como status do parâmetro de entrada e configuração de bypass. Seu valor sempre é calculado como parte de execução do bloco. • Permitted – Este define os modos que são permitidos para uma determinada instância do bloco. É como uma lista de modos selecionados dos modos suportados. • Normal - Este é o modo que o bloco deve ser ajustado para condições operacionais normais. O atributo normal é usado como lembrete. Ele não afeta o cálculo do algoritmo. A execução de um bloco funcional é controlada pelo parâmetro de modo. O usuário configura o TARGET_MODE e indica qual o modo de operação é desejado para o bloco. Assim, o algoritmo avalia se o bloco pode ser executado no modo requisitado ou no modo mais próximo da prioridade. O modo atual reflete no modo de operação do bloco. c) Prioridade de modo O conceito de prioridade é usado quando o bloco calcula o modo atual. Modo Descrição Prioridade O/S Fora de Serviço 7– mais alto LO Passagem Local 5 Man Manual 4 Auto Automático 3 Rcas Cascata Remota 1 - mais baixo Tabela 1.3 – Prioridade do Modo d) Modo de Cálculo O modo atual será calculado da seguinte forma: • • 1.16 Cada modo tem algumas condições que fazem com que o modo atual tenha prioridade mais alta que o modo designado; Partindo do modo de mais alta prioridade (O/S) é analisado suas condições correspondentes. Se estão presentes, então o modo atual será este. Caso contrário, é necessário checar as condições para o modo de prioridade mais inferior (LO, Man, Auto e Rcas) até o modo designado, exclusivo. Por exemplo, se o modo designado é RCas, é necessário checar as condições de O/S, LO, Man e Auto, nesta ordem. Se todas essas condições forem falsas, o modo atual será o modo designado. Introdução Modo O/S LO Man Condições O modo designado é O/S O modo designado é O/S O modo designado é Man. O modo designado é RCas, na execução anterior, o modo atual era Man e o estado de entrada RCAS_IN não é Good_IA. O modo designado é Auto O modo designado é RCas e na execução anterior o modo atual era LO ou O/S. O objetivo e na execução anterior o modo atual era Rcas e o bloco vai para fail safe. (RCAS_IN.status é Good_IFS ou o estado de RCAS_IN é ruim na maior parte do tempo do que FSAFE_TIME) O modo designado é Rcas e na execução anterior o modo atual era Auto e o estado de entrada era RCAS_IN não é Good_IA. O modo designado é Cas e a inicialização da cascata completou-se. (O status de entrada RCAS_IN é GOOD_IA). O modo atual da última execução foi Rcas. - Auto RCas - Tabela 1.4 - Modo de Cálculo e) Informação específica para desenvolvedores de drivers Internamente, cada atributo do modo é designado dentro do bitstring da seguinte maneira (o bitstring é o mesmo para o TARGET_MODE e para os elementos Atual, Normal e MODE_BLK). Modo Valor HEX Bit 7 Bit 6 Bit 5 Bit 4 Bit 3 Bit 2 Bit 1 Bit 0 O/S 0x80 1 0 0 0 0 0 0 0 LO 0x20 0 0 1 0 0 0 0 0 Man 0x10 0 0 0 1 0 0 0 0 Auto 0x08 0 0 0 0 1 0 0 0 Rcas 0x02 0 0 0 0 0 0 1 0 Tabela 1.5 – Modo Bitstring O elemento suportado do MODE_BLK é a lógica OU com os respectivos modos suportados. Por exemplo, o bloco de entrada analógico possui o modo suportado = O/S, AUTO e MAN, assim o modo suportado será: Modo Valor HEX Bit 7 Bit 6 Bit 5 Bit 4 Bit 3 Bit 2 Bit 1 Bit 0 O/S,Auto e Man 0x98 1 0 0 1 1 0 0 0 Tabela 1.6 – Modo suportado Bitstring do bloco AI Parâmetros de Escala O parâmetro escala define a faixa operacional e as unidades de engenharia associadas ao parâmetro. Também define o número de dígitos à direita do ponto decimal, o qual deve ter uma interface com um equipamento para exibir este parâmetro. A informação da escala é usada para dois propósitos: • Os equipamentos que possuem display necessitam ter conhecimento da faixa para as bar graphs e tendências, assim como os códigos de unidade. • Os blocos de controle precisam saber a faixa para uso interno da porcentagem do span. Assim, as constantes de ajuste podem permanecer admensionáveis. O bloco AI usa o OUT_SCALE para converter o valor do transdutor para a unidade de engenharia utilizada na aplicação. O bloco AO usa o OUT_SCALE para converter o valor de SP à unidade de engenharia esperada pelo bloco transdutor de saída, que também, são as unidades de engenharia do valor de readback. 1.17 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Os campos seguintes formam a escala: • • • • Unidades de Engenharia a 100% da escala - O valor que representa o limite superior da faixa em unidade de engenharia. Unidades de Engenharia a 0% da escala - O valor que representa o limite inferior da faixa em unidade de engenharia. Índice das Unidades – Descrição do índice dos códigos para unidades de Engenharia. Ponto Decimal - O número de dígitos à direita do ponto decimal que devem ser usados por um equipamento de interface na indicação do parâmetro especificado. Exemplo para Uso de Parâmetros de Escala O algoritmo AO trabalha internamente com valores em porcentagem do span. O bloco AO converte o SP em porcentagem (PV_SCALE), calcula a porcentagem de saída e, então, converte-a para a unidade de engenharia na saída (OUT_SCALE). 1. O AO leva o SP e converte para porcentagem da PV_SCALE: SP% = (SP − EU _ 0) * 100 (EU _ 100 − EU _ 0) [PV _ SCALE] PV_SCALE: EU at 100% = 20 EU at 0% = 4 Unidade = mA Casa Decimal = 2 SP = 15 mA Os valores de SP em porcentagem são: SP% = (15 − 4) * 100 (20 − 4) SP% = 68.75% 2. O valor de saída é convertido de porcentagem para unidades de engenharia do OUT_SCALE: OUT = SP% * (EU _ 100% − EU _ 0%) + EU _ 0% 100 [OUT _ SCALE] OUT_SCALE: EU at 100% = 15 EU at 0% = 3 Unidade = psi Casa Decimal = 2 O valor de saída deste exemplo é: OUT = 68.75 * (15 − 3) + 3 100 OUT = 11.25 psi Tratamento do Estado de Falha (Fail Safe) O Fail Safe é um estado especial, que permite ao bloco funcional atuar quando for detectado uma situação anormal. Uma situação anormal ocorre quando houver uma entrada não usual, por exemplo um sensor com defeito ou perda de comunicação entre os blocos funcionais por um período maior que o especificado (FSAFE_TIME). 1.18 Introdução Quando a condição que ativou o estado de falha (Fault State) for normalizada, o Fault State é zerado e o bloco retorna à operação normal. Condições que ativam o Fail Safe Quando os blocos funcionais de entrada ou saída detectam uma condição anormal, o bloco entra no modo FAIL_SAFE. Estas situações anormais são detectadas através de diferentes formas nos blocos funcionais de entrada e saída. Os blocos funcionais de entrada, por exemplo, AI e TOT são conectados a um bloco superior (bloco transdutor) pelo canal. Quando a saída do transdutor tem um estado ruim, (por exemplo, sensor avariado) a condição de FAIL_SAFE do bloco é ativada. Os blocos funcionais de saída, por exemplo o bloco AO, recebem os valores de entrada de um dos blocos superiores através da “conexão cíclica”. Estes blocos superiores são blocos funcionais de controle e, geralmente, são equipamentos de controle. Neste caso, o Fail Safe é ativado quando uma das seguintes condições é detectada: • Perda de comunicação de RCAS_IN por um tempo que superior ao especificado em FSAFE_TIME; • Perda de comunicação de SP durante um tempo que seja superior ao especificado em FSAFE_TIME; • O status IFS na entrada RCAS_IN quando o modo designado é RCas; • O status IFS no SP quando o modo designado é Auto. Ações de Fail Safe (Falha de Segura) As ações que um bloco de entrada ou de saída pode realizar, quando o bloco está em Fail Safe, devem ser selecionadas pelo usuário através do parâmetro FSAFE_TYPE nos blocos AI e AO ou usando o parâmetro de FAIL_TOT no bloco TOT. No parâmetro FSAFE_TYPE as seguintes opções estão disponíveis: • • • • Use FSAFE_VALUE – Neste caso, os blocos AI e AO usam o valor de segurança fornecido pelo parâmetro FSAFE_VALUE para o cálculo quando o Fail Safe está ativo. O status da saída vai para “Uncertain, substitute value”; Use Last Usable Value – Neste caso, os blocos AI e AO usam o último valor usável para o cálculo do algoritmo. O status será “Uncertain Last Usable Level”. Se ainda não houver um valor satisfatório, use o Valor Inicial na saída. O status será “Uncertain Initial Value”; Use wrong value (apenas para o bloco AI) – O bloco AI usa os valores e estados errados para o cálculo; Use o ACTUATOR_ACTION (apenas para bloco AO) – O bloco AO entra em posição de segurança baseado em um parâmetro discreto ACTUATOR_ACTION no bloco transdutor. No parâmetro FAIL_TOT (só usado no bloco Totalizador) as seguintes opções estão disponíveis: • • • Hold - Pára a totalização no último valor. O status da saída vai para “Uncertain non-specific”; Memory - Usa o último valor válido para a totalização. O status será “Uncertain Last Usable Value”. Se não houver um status válido na memória, deve ser usado o valor inicial para a totalização. O status será “Uncertain, Initial Value”; Run - A totalização é continuada (Reiniciada). O valor e o status incorretos são usados para a saída. Diagnóstico Para fornecer a informação sobre o equipamento para o controle e a interface humana existem alguns parâmetros de diagnóstico no equipamento. Os parâmetros de diagnóstico têm um datatype de bitstring e há um parâmetro máscara que indica qual diagnóstico é suportado pelo equipamento. O bitstring de diagnóstico e seu diagnóstico suportado são mostrados na “Descrição de BitString.” 1.19 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Diagnóstico de Características do Equipamento No bloco Physical, o parâmetro DIAGNOSIS possui a informação sobre os “alertas” no equipamento (por exemplo, device not inicialized, power up, factory init, hardware failure, etc.). O parâmetro DIAGNOSIS_MASK tem o diagnóstico suportado pelo equipamento. Diagnóstico do Atuador No bloco AO existe um parâmetro especial de saída com a finalidade de diagnóstico. O parâmetro CHECKBACK é um parâmetro bitstring somente leitura que possui o resumo das informações principais sobre o bloco funcional e o bloco transdutor. O CHECKBACK pode ser utilizado para configuração de uma comunicação cíclica e a informação discreta fornecida pelo parâmetro pode ser usada por um equipamento de controle para detectar situações anormais com o atuador. Alarmes e Eventos – Processamento de Alerta Os alarmes e os eventos, conhecidos como alertas, representam as mudanças de estado dentro das aplicações do bloco funcional. a) Parâmetro de Alarme (Parâmetro X_ALM) O parâmetro de alarme é fornecido num bloco para capturar a informação dinâmica associada ao alarme. O parâmetro de alarme é formado pelos seguintes campos: • • Unacknowledged - Não usado. Alarm State - Este campo indica se o alerta está ativo ou não. O Alarm State tem os seguintes estados: • • • 0 – não ativo; 1 – ativo. Time stamp – Não usado. Subcode – Não usado. Value – O valor do parâmetro associado no instante do alerta. O estado de alarme é desativado quando o bloco vai para o modo Out of Service. b) Limite de Alarme (Parâmetro X_LIM) Um alarme analógico ocorre quando um valor atinge ou excede um limite. Por exemplo, para um alarme configurado para limite alto, a condição de alarme se tornará verdadeira quando o valor analógico for superior a este limite. O estado do alarme mantém-se verdadeiro até que o valor do alarme seja inferior ao limite menos a histerese. O tipo de alarme pode ser desabilitado ajustando o parâmetro limite de alarme para ± INF, que é o default para todos os limites de alarme. O parâmetro de saída do bloco funcional será comparado ao limite de alarme. c) Histerese de Alarme (Parâmetro ALARM_HYS) A saída (OUT) deverá retornar dentro dos limites do alarme para que a condição de alarme seja removida. No bloco AI, a histerese de alarme é expressa em porcentagem do span de saída (OUT_SCALE). No bloco TOT, a histerese é expressa em unidades de engenharia. d) Chave de Alerta (Parâmetro ALERT_KEY) É um número de identificação da unidade da planta. Esta informação pode ser usada no mestre para selecionar alarmes, etc. 1.20 Introdução e) Resumo de Alarme (Parâmetro ALM_SUM) O parâmetro Alarm Summary resume o estado de até 16 alarmes de processo do mesmo bloco. Para cada alarme são mantidos os estados atuais, estados desconhecidos, estados não reportados e estados desabilitados. Há quatro atributos: • Current Alarms – O estado ativo de cada alarme. • Unacknowledged – O estado não respondido de cada alarme. • Unreported – O estado não reportado de cada alarme. • Disabled – O estado desabilitado de cada alarme. f) Atualização do Evento (Update Event) O Update Event é um alarme especial que ocorre quando o parâmetro estático é alterado. Quando o parâmetro estático é alterado, o bit correspondente no ALARM_SUM é fixado e a saída do bloco vai para “Good (NC) Active Update Event” (se o estado atual tem menos prioridade que ele) e o bloco permanece neste estado por 10 segundos. Após isto, o bloco retorna à situação normal (Saída com o último estado e o bit Update_Event no parâmetro ALARM_SUM é “zerado”). Definição e Tipos de Estrutura de Dados Nesta seção são definidos toda estrutura de dados e tipos de dados usados no sistema. Código do Tipo de Dados Tipo de Dado Tamanho 1 Boolean 1 2 Integer8 1 3 Integer16 2 4 Integer32 4 5 Unsigned8 1 6 Unsigned 16 2 7 Unsigned 32 4 8 Floating Point 4 9 VisibleString 1,2,3,... 10 OctetString 1,2,3,… - Dados - - TimeofDay - - TimeDifferenc - - BitString - - DataTimeValu - Descrição Verdadeiro ou falso Eles são um byte por caractere e inclui os caracteres ASCII de 7 bits. Octet strings são binárias Tabela 1.7 – Definição e Tipos de Estrutura de Dados Objeto do Bloco – DS-32 Esta estrutura de dados consiste nos atributos de um bloco. 1.21 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais E 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Nome do elemento Tipo de Dado Reserved Block Object Parent Class Class DD REFERENCE DD REVISION Profile Profile Revision Execution Time Number_of_Parameters ADDRESS OF VIEW_1 Number of Views Tamanho Unsigned8 Unsigned8 Unsigned8 Unsigned8 Unsigned32 Unsigned16 OctetString Unsigned16 Unsigned8 Unsigned16 Unsigned16 Unsigned8 1 1 1 1 4 2 2 2 1 2 2 1 Tabela 1.8 – Objeto do Bloco DS-32 Valor & Status - Estrutura do Ponto Flutuante – DS-33 Esta estrutura de dados consiste no valor e status dos parâmetros de ponto flutuante, que podem ser entradas ou saídas. E 1 2 Nome do elemento Value Status Tipo de Dado Tamanho Float Unsigned8 4 1 Tabela 1.9 – Estrutura do Ponto Flutuante Ds-33 Valor & Status - Estrutura Discreta – DS-34 Esta estrutura de dados consiste de valor e status dos parâmetros de valores discretos. E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 Value Status Unsigned8 Unsigned8 1 1 Tabela 1.10 – Estrutura Discreta DS-34 Estrutura de Escala – DS-36 Esta estrutura de dados consiste nos dados estáticos usados para escalar valores de pontos flutuantes para propósitos de indicação no display. E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 3 4 EU at 100% EU at 0% Units Index Decimal Point Float Float Unsigned16 Integer8 4 4 2 1 Tabela 1.11 – Estrutura de Escala DS-36 Estrutura de Modo – DS-37 Esta estrutura de dados consiste em bitstrings para os modos: atual, permitido e normal. E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 3 Actual Permitted Normal Bitstring Bitstring Bitstring 1 1 1 Tabela 1.12 – Estrutura de Modo DS-37 1.22 Introdução Estrutura de Alarme de Ponto Flutuante–DS-39 Esta estrutura de dados consiste em dados que descrevem alarmes de pontos flutuantes. E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 3 4 5 Unacknowledged Alarm State Time Stamp Subcode Value Unsigned8 Unsigned8 Time Value Unsigned16 Float 1 1 8 2 4 Tabela 1.13 – Estrutura de Alarme de Ponto Flutuante DS-39 Estrutura de Alarme Discreta–DS-40 Esta estrutura de dados consiste em dados que descrevem alarmes discretos. E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 3 4 5 Unacknowledged Alarm State Time Stamp Subcode Value Unsigned8 Unsigned8 Time Value Unsigned16 Unsigned8 1 1 8 2 1 Tabela 1.14 – Estrutura de Alarme Discreta DS-40 Estrutura de Atualização do Alarme–DS-41 Esta estrutura de dados consiste em dados que descrevem um alarme de revisão estático. E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 3 4 5 Unacknowledged Update State Time Stamp Subcode Relative Index Unsigned8 Unsigned8 Time Value Unsigned16 Unsigned16 1 1 8 2 2 Tabela 1.15 – Estrutura de Atualização de Alarme DS-41 Estrutura Índice de Alarme–DS-42 Esta estrutura de dados consiste em dados que mostram 16 alertas. E Nome de elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 3 4 Current Unacknowledged Unreported Disabled Bit String Bit String Bit String Bit String 2 2 2 2 Tabela 1.16 – Estrutura do Índice de Alarme Simulate – Estrutura do Ponto Flutuante–DS-50 Esta estrutura de dados consiste de uma simulação, valores de ponto flutuante, estado e uma simulação discreta de habilitação/desabilitação (enable/disable). E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 3 Simulate Status Simulate Value Simule En/Disable Unsigned8 Float Unsigned8 1 4 1 Tabela 1.17 – Simulate – Estrutura do Ponto Flutuante – DS50 1.23 Manual de Instruções dos Blocos Funcionais Simulate - Estrutura Discreta–DS-51 Esta estrutura de dados consiste de uma simulação, valor discreto do transdutor e uma simulação discreta de habilitação/desabilitação (enable/disable). E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 5 Simulate Status Simulate Value Simule En/Disable Unsigned8 Unsigned8 Unsigned8 1 1 1 Tabela 1.18 – Simulate – Estrutura Discreta DS-51 Estrutura de Grupo–DS-67 Esta estrutura de dados contém uma estrutura do parâmetro Batch. E Nome do elemento Tipo de Dado Tamanho 1 2 3 4 BATCH_ID RUP OPERATION PHASE Unsigned32 Unsigned16 Unsigned16 Unsigned16 4 2 2 2 Tabela 1.19 – Estrutura de Grupo DS-67 1.24 Seção 2 BIBLIOTECA DE BLOCOS A Tabela 2.1 fornece uma descrição dos blocos. BLOCO DESCRIÇÃO RES PHYSICAL – Este bloco contém informação específica para o hardware associado com o recurso. AI ANALOG INPUT – Este bloco obtém a informação de entrada do bloco transdutor e disponibiliza para outros blocos funcionais. Possui uma escala de conversão, “filtro” e mecanismo de fail safe (falha segura). AO ANALOG OUTPUT – O bloco AO fornece um valor para um bloco transdutor de saída. Fornece valores, escalas de conversão, mecanismo de fail safe e outros recursos. TOT TOTALIZER – Integra uma variável em função do tempo. Possui uma escala de conversão, “filtro” e mecanismo de fail safe. Tabela 2.1 - Biblioteca de Blocos Bloco Físico – PHY Descrição Este bloco contém dados que são específicos ao hardware associado ao equipamento. Todo dado é modelado como Contained, portanto não há entradas ou saídas para este bloco. O dado não é processado como em um bloco funcional. O intuito deste parâmetro é ser pouco requisitado pelo bloco funcional. Parâmetro FACTORY_RESET Este parâmetro permite níveis de inicialização para o equipamento. Eles são: Opção 1 2506 2712 Nome Descrição Para limpar a memória de Restart with defaults (Reinicia com os configurações. Funciona como uma padrões) inicialização de fábrica. É uma forma de acionar o botão Restart processor (Reinicia processador) Reset no processador associado ao equipamento Restart bus address (Reinicia endereços no Inicia endereços para o valor padrão, barramento) 126. Tabela 2.2 – Parâmetros do FACTORY_RESET Memória não volátil Os equipamentos Smar não suportam armazenamento cíclico de parâmetros voláteis na memória não-volátil. Por outro lado, os equipamentos Smar têm um mecanismo para armazenar os parâmetros não voláteis numa memória não volátil durante o desligamento do equipamento e estes serão recuperados posteriormente ao religar o equipamento. Bloqueio de gravação via software Se o parâmetro WRITE_LOCKING estiver bloqueado (“locked”), ele impedirá qualquer alteração externa no banco de dados do equipamento. As conexões de bloco e resultados de cálculos continuarão normalmente, mas a configuração será bloqueada. Se ele for “Write Unlocked“, a configuração será novamente permitida. 2.1 Manual de Instruções dos Blocos de Função Diagnósticos O parâmetro DIAGNOSIS possui uma avaliação dos pontos principais para que o equipamento funcione devidamente. Seletor do Número Identificador O parâmetro IDENT_NUMBER_SELECTOR permite ao usuário selecionar um número diferente do identificador. Se o perfil do equipamento é mudado para Ident Number, o equipamento deve interagir com as características do perfil do arquivo GSD. Modos Suportados AUTO. Parâmetros Idx Parâmetro Tipo de Dado (comp.) Faixa/ Opções ArmazenaValor Unidades mento / Padrão Modo 1 ST_REV Unsigned16 0 Nenhuma S/RO 2 TAG_DESC OctString(32) Espaços NA S 3 STRATEGY Unsigned16 0 Nenhuma S 4 ALERT_KEY Unsigned8 1 a 255 0 Nenhuma S 5 TARGET_MODE Unsigned8 AUTO AUTO Nenhuma S 6 MODE_BLK DS-37 NA D/RO 7 ALARM_SUM DS-42 Nenhuma D/RO 0,0,0,0 8 SOFTWARE_REVISON VisibletString(16) Configurado pela Fábrica Nenhuma S/RO 9 HARDWARE_REVISON VisibletString(16) Configurado pela Fábrica Nenhuma S/RO Descrição Este parâmetro será incrementado sempre que houver mudança em parâmetros estáticos do bloco. Título do bloco. Este parâmetro deve ser único na configuração. É um valor fornecido pelo usuário para identificar uma configuração. Contém o modo desejado para o bloco. Ver parâmetros de modo Contém os estados presentes dos alarmes de bloco. Número da revisão do software no equipamento de campo. Número da revisão do hardware associado ao resource. Número de identificação do fabricante. Número do modelo do fabricante associado ao equipamento. Número de série do equipamento de campo. Bitstring indicando o diagnóstico do equipamento. Ver tópico Diagnóstico. 10 DEVICE_MAN_ID Unsigned16 Configurado pela Fábrica Nenhuma S/RO 11 DEVICE_ID VisibletString(16) Configurado pela Fábrica Nenhuma S/RO 12 DEV_SER_NUM VisibletString(16) Configurado pela Fábrica Nenhuma S/RO 13 DIAGNOSIS Octetstring(4) Nenhuma D/RO 14 DIAGNOSIS_EXTENSI ON Octetstring(6) Nenhuma D/RO Não usado. 15 DIAGNOSIS_MASK Octetstring(4) Nenhuma D/RO Bitstring indicando os tipos de diagnósticos suportados pelo aparelho. 16 DIAGNOSIS_MASK_EX TENSION Octetstring(6) Nenhuma D/RO Não usado. 17 DEVICE_CERTIFICATI ON VisibletString(32) NA S/RO Certificações do equipamento de campo. 2.2 Biblioteca de Blocos Idx 18 Parâmetro WRITE_LOCKING Tipo de Dado (comp.) Faixa/ Opções Unsigned16 0:Escrita Bloqueada 2457: Escrita Desbloqueada 1: Reinicia com padrão 2506:Reinicia o processador 2712:Recupera o endereço padrão para o equipto. 19 FACTORY_RESET Unsigned16 20 DESCRIPTOR Octetstring(32) 21 DEVICE_MESSAGE Octetstring(32) 22 23 24 DEVICE_INSTALL_DAT E LOCAL_OP_ENA IDENT_NUMBER_SEL ECTOR ArmazenaValor Unidades mento / Padrão Modo 2457 0 NA NA Octetstring(16) S Permite que o equipamento reinicie manualmente. Vários níveis de reinicialização são possíveis. S S Unsigned8 Unsigned8 S Se bloqueado, nenhuma mudança é permitida, exceto para limpar o WRITE_LOCK. Entradas cíclicas no bloco serão atualizadas continuamente. S Nenhuma 1 Nenhuma 0: Profile specific Ident_Num 1: Mnf specific Ident_Number 2: Mnf specific Ident_Number of V2.0 3: Ident_Number of Multi_Variable device Descrição N S É uma descrição fornecida pelo usuário do bloco na aplicação. Mensagem do bloco fornecida pelo usuário na aplicação. Data da instalação do equipamento. Não usado. Permite que o usuário mude o IDENT_NUMBER do equipamento. HW_WRITE_PROTECT Unsigned8 Nenhuma D/RO Não usado. ION Legenda: E – Parâmetro Enumerado; NA – Parâmetro Admensional; RO – Somente leitura; D – dinâmico; N – não-volátil; S -estático 25 Tabela 2.3 – Parâmetros do Bloco Físico Entrada Analógica – AI Geral O bloco de entrada analógico usa os dados de entrada do bloco transdutor, selecionada por um canal, e disponibiliza estes dados em sua saída para outros Blocos Funcionais. 2.3 Manual de Instruções dos Blocos de Função Esquemático CHANNEL SIMULATE PV_SCALE OUT_SCALE FAIL SAFE ACTIVE PV_FTIME OPERATOR ENTRY MAN AUTO FSAFE_VALUE OUT ALARMS Figura 2.1 – Bloco de Entrada Analógica Descrição O bloco transdutor fornece a unidade da PV para a entrada analógica e quando a unidade PV é alterada no transdutor, a unidade de escala PV_SCALE é convertida. Opcionalmente, um filtro pode ser aplicado ao valor do sinal de processo, que é a constante de tempo PV_FTIME. Considerando as mudanças na entrada, este é o tempo em segundos para que a PV atinja 63,2% do valor final. Se o valor PV_FTIME for zero, o filtro é desabilitado. Simulação O parâmetro SIMULATE é usado para fins de diagnóstico e verificação. Quando ativo, o valor do transdutor e o status serão sobrepostos pelo status e valor simulados. A estrutura SIMULATE é composta pelos seguintes atributos: • • Simulate Value and Status Simulate Enable Quando a simulação é habilitada, o parâmetro de entrada do transdutor será calculado baseada no Valor/Estado atribuído ao parâmetro SIMULATE. Caso contrário, ele será um outro fornecido pelo bloco transdutor. Modos Suportados O/S, MAN e AUTO. Status O bloco AI não suporta o modo cascata. Portanto, o status de saída não possui um sub-status de cascata. Cíclico – CFG_DATA Configuração Config Curto Config Longo suportada (Byte Identificador) (formato Identificador Extendido) OUT 0x94 0x42,0x84,0x08,0x05 Tabela 2.4 – Cíclico CFG_DATA 2.4 Biblioteca de Blocos Parâmetros Idx Parâmetro Tipo Dado (comp.) 1 ST_REV 2 Valor Padrão Unid. Armazenamento/ Modo Unsigned16 0 Nenhuma S/RO TAG_DESC OctString(32) Spaces NA S 3 STRATEGY Unsigned16 0 Nenhuma S 4 ALERT_KEY Unsigned8 0 Nenhuma S 5 TARGET_MODE Unsigned8 AUTO Nenhuma S 6 MODE_BLK DS-37 NA D/RO 7 ALARM_SUM DS-42 0,0,0,0 Nenhuma D/ RO 8 BATCH DS-67 0,0,0,0 Nenhuma S 10 OUT DS-33 OUT D / Man 11 PV_SCALE 2 Floats 100,0 Trd output S 12 OUT_SCALE DS-36 100,0,-,- OUT S 13 LIN_TYPE Unsigned8 0 Nenhuma S 14 CHANNEL Unsigned16 0 Nenhuma S 16 PV_FTIME Float Non-Negative 0 Sec S 1 E S Faixa Válida/ Opções 1 a 255 O/S, MAN e AUTO OUT_SCALE 17 FSAFE_TYPE Unsigned8 0:Use FSAFE_VALUE 1:Use Last Usable Value 2:Use Wrong Value 18 FSAFE_VALUE Float OUT_SCALE 0 OUT S 19 ALARM_HYS Float 0 a 50 % 0.5% % S 21 HI_HI_LIM Float INF OUT S 23 HI_LIM Float INF OUT S 25 LO_LIM Float INF OUT S 27 LO_LO_LIM Float INF OUT S 30 31 32 33 HI_HI_ALM HI_ALM LO_ALM LO_LO_ALM DS-39 DS-39 DS-39 DS-39 34 SIMULATE DS-50 OUT_SCALE, +INF OUT_SCALE, +INF OUT_SCALE, INF OUT_SCALE, INF D D D D 0: Disable ; ≠0: Active are the Enable options. Disable S Descrição Este parâmetro será incrementado sempre que ocorrer mudanças em parâmetros estáticos do bloco. Título do bloco. Este parâmetro deve ser único na configuração. É um valor fornecido pelo usuário para identificar uma configuração. Contém o modo desejado para o bloco. Ver parâmetros de modo Contém os estados presentes dos alarmes de bloco. Para uso em sistema fieldbus distribuído . É utilizado para identificar canais usados e disponíveis. Não há algoritmo relacionado. Valor analógico calculado como o resultado da execução da função. Os valores de escala alto e baixo para o transdutor para um canal especificado. Os valores de escala alto e baixo para o parâmetro OUT. Não usado. O número do canal lógico de hardware para o transdutor que será conectado a este bloco I/O. Constante de tempo de um filtro exponencial para a PV, em segundos. Define a reação do equipamento na condição de Fail Safe. Reajusta o Valor para ajustar a saída quando está ativo o Fail Safe. Parâmetro de histerese de alarme. Para limpar alarme, o valor da PV deve retornar dentro dos limites do alarme mais a histerese. O ajuste para o alarme superior em unidades de Engenharia. O ajuste para o alarme superior em unidades de Engenharia. O ajuste para o alarme inferior em unidades de Engenharia. O ajuste para o alarme inferior em unidades de Engenharia. O estado do alarme superior. O estado do alarme superior. O estado do alarme inferior. O estado do alarme inferior. Permite que o valor do transdutor seja fornecido manualmente quando habilitado o modo simulação. É usado quando a unidade específica da saída não está na lista de códigos. O 35 OUT_UNIT_TEXT OctString(16) None S usuário pode fornecer uma definição da unidade em texto. Legenda: E – parâmetro Enumerado;NA – parâmetro Adimensional; RO –Somente Leitura; D – dinâmico; N – não-volátil; S – estático Tabela 2.5 – Parêmetros do Bloco de Entrada Analógica 2.5 Manual de Instruções dos Blocos de Função Saída Analógica – AO Geral O bloco de Saída Analógica é um Bloco Funcional usado por equipamentos que funcionam como elementos de saída em uma malha fechada, por exemplo válvulas, atuadores, posicionadores, etc. O bloco AO recebe o sinal de outro Bloco Funcional e passa seus resultados para um bloco transdutor de saída através de um canal interno de referência. Esquemático SP SELECTOR RCAS_IN SP FAIL SAFE ACTIVE PV_SCALE OUT_CHANNEL INCREASE TO CLOSE SP OUT_SCALE RCAS_OUT FSAFE_VALUE DIAGNOSIS CHECKBACK OUT_SCALE INCREASE TO CLOSE SIMULATE PV_SCALE READBACK CHECK_VALVE POSITION POS_D Figura 2.2 – Bloco de Saída Analógica Descrição Tratamento de Valores de Entrada O valor SP pode ser controlado automaticamente através de um controle automático de cascata remota ou manualmente por um operador. A PV_SCALE é usada para a conversão de escalas de SP. SP% = SP [PV _ SCALE] (EU _ 100% − EU _ 0%) + EU _ 0% Tratamento de Valores de Saída A escala de saída (OUT_SCALE) é usada para converter porcentagem do span para o valor usado pelo transdutor. Isto permite que partes do SP span, cause movimento completo do span na saída. OUT = SP% * (EU _ 100% − EU _ 0%) + EU _ 0% [OUT _ SCALE] Aumentar para fechar (Increase to Close) O parâmetro INCREASE_CLOSE permite que a saída seja invertida em relação ao span de entrada. Por exemplo, se o SP for 100. (PV_SCALE=0-100%; OUT_SCALE = 3-15Psi): • Se o INCREASE_CLOSE = 0 (“Incrementando”), SP convertido para OUT_SCALE será 15 psi. Portanto, o tipo de atuador será: “ar para abrir”. • Se o INCREASE_CLOSE = 1 (“Decrementando”), SP convertido para OUT_SCALE será 3 psi. Portanto, o tipo de atuador será: “ar para fechar”. Simulação O parâmetro SIMULATE é usado para fins de diagnóstico e verificação. Quando ativo, o valor do transdutor e o status serão sobrepostos pelo valor e status simulados. A estrutura SIMULATE é composta pelos seguintes atributos: 2.6 Biblioteca de Blocos • • Simulate Value and Status Simulate Enable Parâmetros de Readback O valor de readback do bloco transdutor é composto de dois parâmetros: READBACK and POS_D. O READBACK é o retorno analógico do transdutor, por exemplo a posição da válvula. O POS_D é um status discreto: abrir, fechar ou posição intermediária. Se o hardware suporta um valor de readback, como posição da válvula, o valor será lido pelo bloco transdutor. Se não for suportado, o valor/estado do transdutor é gerado do AO_OUT pelo bloco transdutor. Quando a simulação está ativa, os valores e estados de readback serão calculados baseados nos valores/estados atribuídos ao parâmetro SIMULATE. Caso contrário, será aquele fornecido pelo bloco transdutor. Modos Suportados O/S, LO, MAN, AUTO, e RCAS. Cíclico – CFG_DATA Configuração suportada RCASIN / RCASOUT RCASIN / RCASOUT / CHECKBACK SP Config Curto (Byte Identificador) 0xB4 0x97,0xA4 0xA4 Config Longo (formato Identificador Extendido) 0xC4,0x84,0x84,0x08,0x05,0x08,0x05 0xC5,0x84,0x87,0x08,0x05,0x08,0x05,0x0A 0x82,0x84,0x08,0x05 SP / CHECKBACK 0x92,0xA4 0xC3,0x84,0x82,0x08,0x05,0x0A SP / READBACK / POSD 0x96,0XA4 0xC6,0x84,0x86,0x08,0x05,0x08,0x05,0x05,0x05 SP / READBACK / POSD / CHECKBACK 0x99,0xA4 0xC7,0x84,0x89,0x08,0x05,0x08,0x05,0x05,0x05,0x0 A SP / READBACK / RCASIN / RCASOUT/ POSD / CHECKBACK 0x9E,0xA9 0xCB,0x89,0x8E,0x08,0x05,0x08,0x05,0x08,0x05,0x 08,0x05,0x05,0x05,0x0A Tabela 2.6 – Cíclico – CFG_DATA 2.7 Manual de Instruções dos Blocos de Função Parâmetros Idx Parâmetro Tipo de Dado (comp.) Valor Padrão Unidades Armazenamento/ Modo Descrição 1 ST_REV Unsigned16 0 Nenhuma S/RO Este parâmetro será incrementado sempre que houver mudança nos parâmetros estáticso do bloco. 2 TAG_DESC OctString(32) Spaces NA S Título do bloco. Este parâmetro deve ser único na configuração. 3 STRATEGY Unsigned16 0 Nenhuma S É um valor fornecido pelo usuário para identificar uma configuração. 4 ALERT_KEY Unsigned8 1 a 255 0 Nenhuma S 5 TARGET_MODE Unsigned8 O/S, LO, MAN, AUTO, and RCAS. AUTO Nenhuma S 6 MODE_BLK DS-37 NA D/RO Ver parâmetros de Modo Contém os estados presentes dos alarmes de bloco. Faixa/ Opções Contém o modo desejado para o bloco. 7 ALARM_SUM DS-42 0,0,0,0 Nenhuma D/RO 8 BATCH DS-67 0,0,0,0 Nenhuma S 9 SP DS-33 PV N/Auto 11 PV_SCALE DS-36 PV S 12 READBACK DS-33 PV D/RO 14 RCAS_IN DS-33 PV D 21 IN_CHANNEL Unsigned16 0 Nenhuma S 22 OUT_CHANNEL Unsigned16 0 Nenhuma S 23 FSAFE_TIME Float Positive 0 Segundos S 1 E S 0 OUT S PV D/RO 0 E D/RO Posição da válvula. 0 PV D/RO Diferença entre SP e o Readback. PV_SCALE 0-100% PV_SCALE 24 FSAFE_TYPE Unsigned8 0:Use FSAFE_VALUE 1:Use Last Usable Value 2:Goes to ACTUATOR_ACTIO N position 25 FSAFE_VALUE Float OUT_SCALE 27 RCAS_OUT DS-33 31 POS_D DS-34 32 SETP_DEVIATION Float 2.8 0: not initialized 1: closed 2: opened 3: intermediate Para uso em sistema fieldbus distribuído, para identificar canais usados e disponíveis. Não há algoritmo relacionado. O set point analógico pode ser ajustado manualmente, automaticamente através da interface ou qualquer outro equipamento de campo. Valores de escala altos e baixos para o parâmetro SP. Indica o readback da posição atual do transdutor. Valor de setpoint remoto e estado fornecido por um Host supervisório para um controle analógico ou bloco de saída. O número do canal de hardware lógico VINDO do transdutor que é conectado ao bloco I/O. Veja manuseio de canais. O número do canal de hardware lógico PARA o transdutor que é conectado ao bloco I/O. Veja manuseio de canais. Período da detecção da falha até a ação do bloco, se existir a condição. Define a reação do equipamento em uma condição de Fail Safe. Valor de Preset para ajustar a Saída, quando o Fail Safe estiver ativo e o FSAFE_TYPE = 0. O valor e estado requisitado por um bloco superior para que o bloco superior possa evitar reset windup e proporcionar transferência sem interferência em uma malha fechada de controle. Biblioteca de Blocos Idx Parâmetro Tipo de Dado (comp.) Valor Padrão Unidades Armazenamento/ Modo 33 CHECK_BACK OctString(3) 0 Bitwise D/RO 34 CHECK_BACK_M ASK OctString(3) 0 Bitwise S/RO Faixa/ Opções 35 SIMULATE DS-50 0: Disable ; ≠0: Active are the Enable options. 36 INCREASE_CLOS E Unsigned8 0: Rising 1: Falling Disable 0 Descrição Informação do estado do equipamento. Ver Opções de Check Back. Informações de Check Back. Suportadas Permite que o valor de readback seja fornecido manualmente quando o modo simula é habilitado. Neste caso o valor simulado e o estado serão o valor PV. S E Direção do posicionador em modo automático. S O resultado do valor de saída para o bloco transdutor. Valores de escala altos e baixos para o transdutor para um canal 38 OUT_SCALE DS-36 0-100% Trd input S especificado. Legenda: E – parâmetro Enumerado; NA – parâmetro Adimensional; RO –Somente Leitura; D – dinâmico; N – não-volátil; S – estático 37 OUT DS-33 OUT_SCALE OUT N/Man Tabela 2.7 – Parâmetros do Bloco Saída Analógica Totalizador - TOT Geral O bloco funcional Totalizador obtém os dados do bloco transdutor selecionados através dos números de canal e os totaliza ao longo do tempo. Este bloco é usado, normalmente, para totalizar vazão, ou seja, medir a massa ou o volume durante um certo período de tempo, ou totalizar a potência, medindo a energia total. Esquemático UNIT_TOT CHANNEL INTEGRATION ALGORITHM RESET PRESET FAIL SAFE OUT FAIL_TOT MODE_TOT ALARMS PRESET_VALUE SET_TOT Figura 2.3 – Bloco Totalizador Descrição O bloco funcional Totalizador integra uma variável (por exemplo: taxa de vazão ou alimentação) em função do tempo para a quantidade correspondida (por exemplo: volume, massa ou distância). A unidade de medida do totalizador é fornecida pelo bloco transdutor. Internamente, as unidades de tempo são convertidas em unidades por segundo. Cada taxa, multiplicada pelo tempo de execução do bloco, fornece a quantidade de massa, volume e incremento de energia por execução do bloco. 2.9 Manual de Instruções dos Blocos de Função O TOTAL é a quantidade totalizada. A unidade de engenharia usada na saída é o UNIT_TOT. A unidade de saída deve ser compatível com a unidade da entrada, fornecida pelo transdutor através do canal. Portanto, se a taxa da entrada é vazão em massa (por exemplo: Kg/s, g/min, ton/h) a unidade de saída deverá ser massa (por exemplo: kg, g, ton, lb, etc.). Convert time_unit Entrada Kg / hora Seg: X 1 Min: X 60 hora: X 3600 dia: X 86400 Incremento 1 X [tempo de execução do bloco] Kg / s Kg Figura 2.4 – Cálculo de incremento com taxa de entrada Totalização da Vazão Para a distinguir a vazão positiva da negativa, o bloco totalizador adota um sinal negativo como indicador de vazão negativa. O valor líquido de vazão é obtido somando os dois incrementos. O valor do incremento líquido terá um sinal positivo ou negativo, para indicar a direção da vazão. Para integrar a diferença entre o fluxo de entrada e o fluxo de saída, por exemplo, o segundo pode ser designado negativo. A direção da vazão a ser considerada na totalização é definida em MODE_TOT. As seguintes opções estão disponíveis: • • • • Positive only – somente vazão positiva é totalizada. Os valores negativos serão admitidos como zero; Negative only – somente a vazão negativa é totalizada. Os valores positivos serão admitidos como zero; Balanced – Os valores negativos e positivos serão totalizados; Hold – O valor totalizado será constante. Reset e Preset O parâmetro especial SET_TOT é usado para resetar ou presetar a integração. Este parâmetro é sensível a alterações. Quando o SET_TOT está em “Reset” a saída será zero. Enquanto este parâmetro tiver o valor de “Reset” , o bloco será o valor do reset antigo. Quando o SET_TOT é “Preset”, a saída recebe o valor do parâmetro PRESET_TOT e enquanto o valor for “Preset”, a saída permanece a mesma. Portanto, a integração só é realizada quando o parâmetro volta para “Totalize”. Iniciando o Bloco Para inicializar o bloco totalizador para que o funcionamento seja apropriado, os seguintes passos devem ser seguidos: • • • • • O Parâmetro Canal deve ser ajustado para PV; O parâmetro PRIMARY_VALUE_TYPE do bloco transdutor deve ser ajustado para “Flow”; O parâmetro LINEARIZATION_TYPE do bloco transdutor deve ser ajustado para “Square Root”; O parâmetro PRIMARY_VALUE_UNIT do bloco transdutor deve ser ajustado para uma unidade válida de fluxo; O parâmetro UNIT_TOT do bloco transdutor deve ser ajustado para uma unidade de massa ou volume equivalente à unidade de entrada. Modos Suportados O/S, AUTO 2.10 Biblioteca de Blocos Cíclico – CFG_DATA Configuração suportada Configuração Longa (Formato Identificador extendido) TOTAL 0x41,0x84,0x85 TOTAL / SET_TOT 0xC1,0x80,0x84,0x85 TOTAL / SET_TOT / MODE_TOT 0xC1,0x81,0x84,0X85 Tabela 2.8 – Cíclico – CFG_DATA Parâmetros Idx Parâmetro Tipo de Dado Faixa Válida/ (comp.) Opções Valor Padrão Unidades Armazenamento/ Modo Descrição 1 ST_REV Unsigned16 0 Nenhuma S/RO Este parâmetro será incrementado sempre que ocorrer mudanças nos parâmetros estáticos do bloco. 2 TAG_DESC OctString(32) Espaços Na S Título do bloco. Este parâmetro deve ser único na configuração. 3 STRATEGY Unsigned16 0 Nenhuma S É um valor fornecido pelo usuário para identificar uma configuração. 4 ALERT_KEY Unsigned8 1 to 255 0 Nenhuma S 5 TARGET_MODE Unsigned8 O/S, AUTO. AUTO Nenhuma S 6 MODE_BLK DS-37 Na D/RO Contém o modo desejado para o bloco. Ver parâmetros de Modo. Contém os estados dos alarmes de bloco. Para uso em sistema fieldbus distribuído para identificar canais usados e disponíveis. Não há algoritmo relacionado. O valor primário analógico calculado como o resultado da execução da função. É o resultado da integração. Unidade de engenharia da saída. 7 ALARM_SUM DS-42 0,0,0,0 Nenhum D/RO 8 BATCH DS-67 0,0,0,0 Nenhum S 10 TOTAL DS-33 OUT N/RO 11 UNIT_TOT Unsigned16 OUT S 12 CHANNEL Unsigned16 0 Nenhum S O número do canal lógico de hardware do transdutor que é conectado neste bloco I/O. Totaliza E N Reinicia a saída do totalizador, ou ajusta a saída para PRESET_TOT. É sensível à nível. Balanceado E N Define o tipo de contagem (positiva ou negativa ou mantém o último valor) da integração. Run E S Define o procedimento condição de fail safe. 0 OUT S Valor da saída quando SET_TOT está em Preset. 0: Totalize 13 SET_TOT Unsigned8 1: Reset 2: Preset 0: Balanced 14 MODE_TOT Unsigned8 1: Positive only 2: Negative only 3: Hold 0: Run 15 FAIL_TOT Unsigned8 1: Hold na 2: Memory 16 PRESET_TOT Float o 2.11 Manual de Instruções dos Blocos de Função Idx Parâmetro Tipo de Dado Faixa Válida/ (comp.) Opções Valor Padrão Unidades Armazenamento/ Modo Descrição 17 ALARM_HYS Float 0 OUT S Parâmetro de histerese de alarme. Para limpar o alarme, o valor da PV deve retornar inferior ao limite do alarme somada à histerese. 18 HI_HI_LIM Float INF OUT S Ajuste de alarme muito alto em unidades de Engenharia. 19 HI_LIM Float INF OUT S Ajuste de alarme alto unidades de Engenharia. em 20 LO_LIM Float INF OUT S Ajuste de alarme baixo unidades de Engenharia. em 21 LO_LO_LIM Float INF OUT S Ajuste de alarme muito baixo em unidades de Engenharia. 22 HI_HI_ALM DS-39 D Estado de alarme muito alto. 23 HI_ALM DS-39 D Estado de alarme alto. 24 LO_ALM DS-39 D Estado de alarme baixo 25 LO_LO_ALM DS-39 D Estado de alarme muito baixo. Legenda: E – parâmetro Enumerado; NA – parâmetro Adimensional; RO –Somente Leitura; D – dinâmico; N – não-volátil; S – estático Tabela 2.9 – Parâmetros do Bloco Totalizador Saída Discreta – DO Geral O bloco Saída Discreta é um Bloco Funcional usado, por exemplo, em válvulas discretas, saídas a relé, saída de transitores etc. Standard Parameter DO Function Block SP_D READBACK_D OUT_D CHANNEL INVERT Discrete Output Figura 2.5 – Bloco de Saída Discreta O diagrama esquemático deste bloco é mostrado na Figura 2.6 2.12 Process Parameter Biblioteca de Blocos Figura 2.6 – Diagrama Esquemático do Bloco de Função Saída Discreta Descrição O Bloco Transducer recebe o valor de OUTD_D que vem do DO_Block. O Modo Target é configurado pelo operador de acordo com o permitido pelo Mode Block. O bloco DO recebe o valor do setpoint discrete do Host de acordo com Mode Block. Simulação O parâmetro SIMULATE_D é usado para disgnóstico e propósitos de saída. Quando ele está ativado, o valor de readback e o status serão substituídos pelo valor simulado e status. A estrutura do SIMULATE_D é composta pelos seguintes atributos: - Valor simulado e Status; - Simulação habilitada. Quando a simulação está habilitada, o bloco Tranducer e o bloco DO serão desconectados. Modos Suportados O/S, MAN, RCAS, LO e AUTO. Status Handling O bloco DO suporto modo cascata. Então, o status saída tem um sub-status cascata. 2.13 Manual de Instruções dos Blocos de Função Cíclico CFG_DATA Bloco de Função DO block Parâmetro Byte Identificador SP_D / READBACK_D SP_D / CHECK_BACK_D SP_D / READBACK_D / CHECK_BACK_D RCAS_IN_D / RCAS_OUT_D RCAS_IN_D / RCAS_OUT_D / CHECK_BACK_D SP_D / READBACK_D / RCAS_IN_D / RCAS_OUT_D / CHECK_BACK_D Formato Identificador Extendido 0xC1,0x81,0x81,0x83 0xC1,0x81,0x82,0x92 0xC1,0x81,0x84,0x93 0xC1,0x81,0x81,0x8C 0xC1,0x81,0x84,0x9C 0xC1,0x83,0x86,0x9F Tabela 2.10 - Cíclico CFG_DATA Parâmetros Parâmetro IN_CHANNEL CHECKBACK CHECK_BACK_MASK FSAFE_TIME FSAFE_TYPE Descrição Se refere à ativação do bloco Tranducer e seus parâmetros que fornecem os valores discretos ao elemento de controle final. Informação detalhada do equipamento, bit codificado. Mais de uma mensagem ao mesmo tempo. Definição de bits de informação suportados pelo CHECK_BACK 0 = não suportado 1 = suportado Período da detecção da falha (SP_D =Mau ou RCAS_IN <> Bom) até a ação do bloco, se a condição existir. Define a reação do equipamento, se a falha do setpoint real utilizado ainda é detectada após FSFVE_TIME ou se o seu o status de referência usado é Initiate Fail Safe. O cálculo de ACTUAL MODE é AUTO respectivamente. 0 = valor FSAVE_VALUE é usado como status do setpoint do OUT_D = UNCERTAIN – Valor substituto; 1 2 FSAFE_VAL_D INVERT OUT_D READBACK_D RCAS_IN_D RCAS_OUT_D SIMULATE 2.14 = armazenar o status do último setpoint válido do OUT_D = UNCERTAIN – Último valor usável ou BAD – sem comunicação, no último valor válido; = atuador vai para posição de fail-safe definida pelo ACTUATOR_ACTION, status de OUT_D = BAD – não especificado OUT_D é usado se FSAFE_TYPE = 0 e FSAFE está ativado. Indica se SP_D deverá ser logicamente invertido antes de eescrever OUT_D no modo AUTO ou RCAS. Lista de valores válidos: 0 = não inverter 1 = inverter Este parâmetro á a variável de processo do bloco de saída discreta em AUTO e modo RCAS e é o valor especificado pelo operador/engenheiro em MAN e LO. Pode ser a posição atual do elemnto final de controle e seus sensores. Target Setpoint e status fornecido pelo Host supervisório para o bloco de Saída Discreta usado em MODE RCAS. Setpoint do bloco de função e status fornecido por um Host supervisório para monitoração / cálculo para permitir a ação a ser tomada em condições limitadas ou alterar o modo. Para comissionamento e razões de manutenção, é possível simular o READBACK, definindo o valor eo status. Isso significa que o bloco Biblioteca de Blocos Tranducer e o bloco OD serão desligados. Setpoint do bloco de função usado em MODE AUTO. SP_D Tabela 2.11 – Parâmetros do Bloco de Função de Saída Discreta Atributos dos Parâmetros do Bloco de Função de Saída Discreta A Tabela 2.12 apresenta, de forma geral, os parâmetros e seus atributos definidos na classe B. Idx Parâmetro 9 10 12 14 17 18 19 20 21 22 24 33 SP_D OUT_D READBACK_D RCAS_IN_D CHANNEL INVERT FSAVE_TIME FSAVE_TYPE FSAVE_VAL_D RCAS_OUT_D SIMULATE CHECK_BACK CHECK_BACK_ MASK reserved by PNO first manufacture specific parameter 34 35-44 45 Tipo de Objeto Record Record Record Record Simple Simple Simple Simple Simple Record Record Simple Simple Tipo de Dado DS-34 DS-34 DS-34 DS-34 Unsigned16 Unsigned 8 Float Unsigned 8 Unsigned 8 DS-34 DS-51 OctetString OctetString Armazenamento D D D D S S S S S D S D Cst Tamanho 2 2 2 2 2 1 4 1 1 2 3 3 3 Acesso Tipo de Transporte r,w r,w r r,w r,w r,w r,w r,w r,w r r,w r r I/a, cyc C/a O/a, cyc I/a, cyc C/a C/a C/a C/a C/a O/a, cyc C/a C/a, cyc C/a Valor Default 0 0 2 0 disable - Tabela 2.12 - Atributos dos Parâmetros do Bloco de Função de Saída Entrada Discreta – DI Geral O bloco Saída Discreta é um Bloco Funcional usado, por exemplo, indutivos, ópticos, capacitivos, ultrassônicos e chaves de proximidade. O bloco de Entrada Discreta leva os dados da Entrada Discreta para o bloco Transducer, selecionando via número do canal e torna-lo disponível para outros blocos e suas entradas. Figura 2.7 – Bloco de Entrada Discreta O diagram esquemático é mostrado na Figura 2.8. 2.15 Manual de Instruções dos Blocos de Função Operator Operator Discrete Input Function Block Status MAN Simulate-Parameter OUT enable PV_D from Transducer (Channel) simulate value and status on Value FB algorithm OUT Fail Safe Out of Service OUT_D AUTO value status off Status value status Status MODE-and STATUSHandling Figura 2.8 – Diagrama Esquemático do Bloco de Função Entrada Discreta Descrição O status da variável de processo do bloco Transducer está visível ao bloco Transducer. O Modo Target é configurado pelo operador de acordo com o que é permitido pelo Mode Block. O Status (OUT_D) é acoplado com o valor OUT_D a partir do bloco. Simulação O parâmetro SIMULATE_D é usado para disgnóstico e propósitos de saída. Quando ele está ativado, o valor de readback e o status serão substituídos pelo valor simulado e status. A estrutura do SIMULATE_D é composta pelos seguintes atributos: - Valor simulado e Status; - Simulação habilitada. Quando a simulação está habilitada, o parâmetro Transducer Input será calculado baseado no atributo Simulate Value/Status do parâmetro SIMULATE_D. Caso contrário, será fornecido pelo bloco Transdutor. Modos Suportados O/S, MAN e AUTO. 2.16 Biblioteca de Blocos Status Handling O bloco DI não suporta o modo cascata. Então, o status de saída não terá o sub-status cascata. Cíclic CFG_DATA Bloco de Função Parâmetro Discrete Input (DI) OUT_D Byte Identificador 0x91 Formato Identificador Extendido Tabela 2.13 – Cíclico CFG_DATA Parâmetros Parâmetros CHANNEL Descrição Se refere à ativação do bloco Tranducer que fornece o valor medido no Bloco de Função. Indica se o valor de entrada de PV_D deverá ser logicamente invertido antes de armazenar em OUT_D. Lista de valores válidos : INVERT OUT_D = not inverted 1 = invert É a saída do bloco de função. O valor é especificado pelo operador em MODE MAN. Define a reação do equipamento, se a falha é detectada. 0 = valor FSAVE_VALUE é usado como OUT_D Status – UNCERTAIN_Initial Value; FSAFE_TYPE 1 2 FSAFE_VALUE SIMULATE 0 = armazenar o último valor de OUT_D value Status - UNCERTAIN_LastUsableValue , se for inválido; = OUT_D teve o valor calculado errado e o status = BAD Valor default para o parâmetro OUT_D, se a falha é detectada. Para propósitos de comissionamento e teste o valor de entrada do bloco Transducer no bloco de função Saida Discreta pode ser modificado. Assim, os blocos Transducer e DI serão desconectados. Tabela 2.14 – Descrição dos Parâmetros do bloco Saída Discreta 2.17 Manual de Instruções dos Blocos de Função Atributos dos Parâmetros do Bloco de Função de Saída Discreta Relative Index Parameter Name Object type Store (S;D;N) Data type Size Access Param. Usage/ Kind of Transport Default Values Function Block Parameter for Discrete Input DI 10 OUT_D 14 15 20 21 24 25-34 35 CHANNEL INVERT FSAVE_TYPE FSAVE_VAL_D SIMULATE reserved by PNO Record DS-34 Simple Simple Simple Simple Record Unsigned16 Unsigned 8 Unsigned 8 Unsigned 8 DS-51 D 2 S S S S S r,w 2 1 1 1 3 O/cyc r,w r,w r,w r,w r,w C/a C/a C/a C/a C/a measured of the value, state 0 1 0 disable first manufacture specific parameter Tabela 2.15 - Atributos dos Parâmetros do Bloco de Função de Saída Discreta 2.18 Biblioteca de Blocos Descrições de BitStrings DIAGNÓSTICOS (BLOCO PHYSICAL) Bit Mnemônico Significado 0 DIA_HW_ELECTR Falha de hardware dos componentes eletrônicos. 1 DIA_HW_MECH Falha de hardware dos componentes mecânicos. 2 DIA_TEMP_MOTOR Temperatura do motor muito alta. 3 DIA_TEMP_ELECTR Temperatura eletrônica muito alta. 4 DIA_MEM_CHKSUM Erro de memória. 5 DIA_MEASUREMENT Falha na medida. 6 DIA_NOT_INIT Equipamento não inicializado. 7 DIA_INIT_ERR Falha de Auto-Calibração. 10 DIA_ZERO_ERR 11 DIA_SUPPLY 12 DIA_CONF_INVAL 13 DIA_WARM_START Reinício em andamento (Alimentado). Este bit vai para verdadeiro quando alimentado e será automaticamente reiniciado após 10 segundos. 14 DIA_COLD_START Nova inicialização em andamento (Inic. De fábrica). Este bit vai para verdadeiro quando a inicialização de fábrica ocorre e será automaticamente reiniciado após 10 segundos. 15 DIA_MAINTAINANCE Manutenção requisitada. 16 DIA_CHARACT Caracterização Inválida. 17 IDENT_NUMBER_VIOLATION Vai para 1 se o Ident_Number do dado cíclico for transferido e o valor do parâmetro do bloco físico IDENT_NUMBER_SELECTOR forem diferentes. 37 EXTENSION AVAILABLE Mais informação de diagnóstico está disponível. A informação deste diagnóstico estará em DIAGNOSIS_EXT. Erro de ponto Zero. Falha da Fonte de Alimentação. Configuração Inválida. Nota: Para mais detalhes sobre os parâmetros, consulte o manual específico de cada equipamento. Tabela 2.16 – Diagnóstico no Bloco Physical CHECK_BACK (BLOCO DE SAÍDA ANALÓGICA) Bit Mnemônico Significado 0 CB_FAIL_SAFE Equipamento no campo com Fail Safe ativo. 1 CB_REQ_LOC_OP Requisita operação local. 2 CB_LOCAL_OP Equipamento de campo sob controle local, chave LOCKED OUT em funcionamento. 3 CB_OVERRIDE Emergência override ativo. 4 CB_DISC_DIR Posição de realimentação diferente da esperada. 5 CB_TORQUE_D_OP Limite de torque na direção OPEN excedido. 6 CB_TORQUE_D_CL Limite de torque na direção CLOSE excedido. 7 CB_TRAV_TIME Indica o estado de monitoramento do curso do equipamento, caso esteja em YES, o tempo do curso do atuador excedeu-se. 8 CB_ACT_OPEN Atuador se move na direção de abertura. 9 CB_ACT_CLOSE Atuador se move na direção de fechamento. 10 CB_UPDATE_EVT Alerta gerado por mudança em dados estáticos (bloco funcional e 2.19 Manual de Instruções dos Blocos de Função Bit Mnemônico Significado Bloco Transdutor). 11 CB_SIMULATE Simulação de valores de processo habilitados. 13 CB_CONTR_ERR Malha de controle interna interrompida. 14 CB_CONTR_INACT Posicionador inativo (OUT status = BAD). 15 CB_SELFTEST Equipamento em auto-teste. 16 CB_TOT_VALVE_TRAV Indica que o limite total de percurso da válvula está excedido. 17 CB_ADD_INPUT Indica que uma entrada adicional (por exemplo: para diagnóstico) está ativa. Nota: Para mais detalhes sobre os parâmetros, consulte o manual específico de cada equipamento. Tabela 2.17 – Check Back no Bloco de Saída Analógico Configurações e Disponibilidades de FB LD Ordem no Diretório Blocos 1 PHY 2 AO 2 TT DT IF FB FB FB Qtt Qtt Qtt tipo tipo tipo FI TP FY Qtt FB tipo Qtt FB tipo Qtt FB tipo Qtt FB tipo Qtt Sim 1 Sim 1 Sim 1 Sim 1 Sim 3 Sim 1 Sim 1 1 Sim 1 Sim 1 Sim 1 AI Sim 1 Sim 2 Sim 1 Sim 3 Sim 1 3 TOT Sim 1 Sim 3 Sim 1 4 TRD-LD Sim 1 4 TRD-TP Sim 1 4 TRD-TT 4 TRD-IF 4 TRD-FI 4 TRD-FP 4 TRD-FY 4 TRD-DT 4 TRD-LD293 5 TRD-DSP Sim Sim Sim 1 Sim 1 Sim 1 Sim 1 3 Sim 1 FB Qtt tipo 2 Sim Sim LD293 FB tipo Sim Sim FP 1 3 Sim 1 Sim 1 Sim 1 Sim 1 1 Sim 1 Sim 1 Sim 1 Nota 1 – A coluna “FB type” indica qual Bloco Funcional está disponível para cada tipo de equipamento. Nota 2 – A coluna “Qtt” indica o número de Blocos Funcionais instanciada na inicialização de fábrica para cada tipo de equipamento. Nota 3 – A coluna “Order into the directory” indica a ordem interna dos blocos no equipamento. (Esta informação é útil na configuração cíclica– CFG._data config). Alguns blocos possuem o mesmo número que outros, pois o equipamento não possui os Blocos Funcionais AO e AI e o transdutor é específico para cada equipamento. Tabela 2.18 – Configurações e Disponibilidade FB 2.20