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38 Matéria de Direito do Trabalho I, preparada por Fernando Furlani [5º T] com base nas aulas do 5º Semestre de Direito em 2005 Período aquisitivo completo + férias vencidas simples + 1/3. Se tiver JUSTA CAUSA: perdeu tudo. Nas demais hipóteses de contratos de trabalho com MAIS DE DOZE MESES, "salvo justa causa", o empregado terá direito ao recebimento. Período Aquisitivo de Férias em decorrência do alistamento militar - Art. 132 - cai na OAB Ou seja: o empregado trabalhou 6 meses e foi chamado no serviço militar compulsório. No dia da baixa, ele terá 90 dias para COMUNICAR ESSE FATO ao empregador. C - Férias Proporcionais: MENOS de 12 meses de contrato: São devidas na base de 1/12 por mês trabalhado, SALVO na hipótese de justa causa. Atenção quem tem CLT antiga!! É uma revisão da Súmula 261 do TST, que tem nova redação. O empregado, agora, TEM DIREITO às férias proporcionais. Art. 132 - O tempo de trabalho anterior à apresentação do empregado para serviço militar obrigatório será computado no período aquisitivo, desde que ele compareça ao estabelecimento dentro de 90 (noventa) dias da data em que se verificar a respectiva baixa. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) - A questão do 1/3 Constitucional: O pagamento de férias integrais ou proporcionais, simples ou em dobro, sujeita-se ao pagamento de 1/3 da CF. É SEMPRE COM O TERÇO CONSTITUCIONAL, exceto no caso do abono, já dito acima. Súmula 328 TST. - Duração das Férias A fixação do período de férias - dias corridos - fica CONDICIONADO ao número de faltas INJUSTIFICADAS no período aquisitivo (P.A.). Se o empregado faltar de 0 a 5 vezes (sem justificativa): 30 dias de férias Se o empregado faltar de 6 a 14 vezes: 24 dias corridos de férias Se o empregado faltar de 15 a 23 vezes: De 24 a 31 vezes: 12 dias de férias Se faltar mais de 32 vezes: PERDEU O DIREITO ÀS FÉRIAS. Hipóteses de AUSÊNCIAS LEGAIS: não contaminam o período de férias - Art. 131 - "Faltas legais" - Acidente de trabalho NÃO contamina o período de férias. - A licença-maternidade NÃO prejudica o direito de férias. - As ausências justificadas pela empresa NÃO prejudicam o direito de férias Art. 131 - Não será considerada falta ao serviço, para os efeitos do artigo anterior, a ausência do empregado: (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) I - nos casos referidos no art. 473;(Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) Il - durante o licenciamento compulsório da empregada por motivo de maternidade ou aborto, observados os requisitos para percepção do salário-maternidade custeado pela Previdência Social; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977 e alterado pela Lei nº 8.921, de 25.7.1994) III - por motivo de acidente do trabalho ou enfermidade atestada pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, excetuada a hipótese do inciso IV do art. 133; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977 e alterado pela Lei nº 8.726, de 5.11.1993) IV - justificada pela empresa, entendendo-se como tal a que não tiver determinado o desconto do correspondente salário; (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) V - durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva, quando for impronunciado ou absolvido; e (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) VI - nos dias em que não tenha havido serviço, salvo na hipótese do inciso III do art. 133. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) - Art. 133 - PERDA do Direito ao Período de Férias Leitura do Artigo. Art. 133 - Não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo: (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) I - deixar o emprego e não for readmitido dentro de 60 (sessenta) dias subseqüentes à sua saída; (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) II - permanecer em gozo de licença, com percepção de salários, por mais de 30 (trinta) dias; (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) III - deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa; e (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) IV - tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis) meses, embora descontínuos. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) § 1º - A interrupção da prestação de serviços deverá ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) § 2º - Iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o empregado, após o implemento de qualquer das condições previstas neste artigo, retornar ao serviço. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535, de 13.4.1977) § 3º - Para os fins previstos no inciso lIl deste artigo a empresa comunicará ao órgão local do Ministério do Trabalho, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, as datas de início e fim da paralisação total ou parcial dos serviços da empresa, e, em igual prazo, comunicará, nos mesmos termos, ao sindicato representativo da categoria profissional, bem como afixará aviso nos respectivos locais de trabalho. (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.016, de 30.3.1995) § 4º - (VETADO). (Parágrafo incluído pela Lei nº 9.016, de 30.3.1995) - Prescrição do Direito de Reclamar a Concessão das Férias ou o Pagamento de sua remuneração Art. 149 CLT SOBRE A PRIMEIRA PROVA A matéria da prova: só até hoje. A prova permitirá consulta somente à CLT - doméstico, rural, urbano, etc. Duas partes: 2 questões dissertativas - objetivas, com fundamentação legal, citando os artigos, de 3 e 2 pontos. As respostas são objetivas: "ou é ou não é". Não tem "meio certo". Estudem bastante! 5 questões de testes, bem elaborados, que exigem muita atenção. Aula do dia 27/10/2005