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(Continuação da NPCF-CFRP........................................................................................................) -----------------------------------------------------------------3.4.1 - As embarcações deverão manter contínua vigilância durante as operações de abastecimento, carregamento ou descarregamento de petróleo ou seus derivados, produtos químicos a granel e gás liquefeito, uma vez que é nessas ocasiões que ocorrem à maioria dos derramamentos registrados. 3.4.2 - Durante todo o período de carga ou descarga, deverão ser mantidos a postos, no convés, tripulantes qualificados e conhecedores das manobras de modo a poderem, rapidamente, interromper a operação em caso de acidente ou avaria nos equipamentos; e 3.4.3 - Da mesma forma os terminais deverão manter operadores qualificados e atentos à faina, em tal posição que possam paralisar a operação imediatamente em caso de vazamento ou derramamento do produto. 3.4.4 – A regulamentação esta prevista na Seção III do Capítulo 5 da NORMAM-02/DPC. 3.5 - MERCADORIAS PERIGOSAS São consideradas mercadorias perigosas todas as substâncias assim classificadas e relacionadas nos Códigos e Convenções Internacionais publicados pela IMO (Organização Marítima Internacional), como os explosivos, gases comprimidos ou liquefeitos, inflamáveis, oxidantes, venenosas, infectantes, radioativas, corrosivas ou substâncias contaminantes que possam apresentar riscos à tripulação, às instalações de bordo ou portuárias. Essas mercadorias, de acordo com a sua natureza, deverão estar embaladas ou serem transportadas a granel. 3.5.1 - REQUISITOS PARA O TRANSPORTE O transporte de mercadorias perigosas, embalagem, segregação, etiquetagem e rotulação obedecerá às normas do International Maritime Dangerous Goods Code – IMDG-Code, bem como a Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar – SOLAS/74, exaradas pela Organização Marítima Internacional (IMO). Esse tipo de carga, de transporte ainda incomum na área de jurisdição da Capitania Fluvial do Rio Paraná, deve ser comunicado previamente à Capitania ou Delegacia Fluvial de Guaíra, para obtenção de uma orientação correta quanto às precauções que devem ser tomadas para o transporte. Deverá ser fielmente observado o preconizado no Capítulo 5 das Normas da Autoridade Marítima para embarcações empregadas na Navegação Interior – NORMAM-02, sobre o transporte de cargas perigosas. No caso de ocorrência de acidentes envolvendo mercadorias perigosas, as seguintes autoridades deverão ser informadas: - Capitania Fluvial do Rio Paraná ou Delegacia Fluvial de Guaira, conforme o caso; e - Idêntica comunicação deverá ser feita ao IBAMA, ao órgão ambiental da esfera estadual e à Secretaria Municipal do Meio Ambiente local. 3.6 - PLANO DE APOIO MÚTUO FLUVIAL A CFRP possui o Plano de Apoio Mútuo Fluvial para os portos sob jurisdição da Capitania, acionado sempre que houver a necessidade. A CFRP coordena, diretamente ou através da DelGuaíra, a atuação das entidades extraMarinha ou a ela vinculada, por ocasião da ocorrência de eventos SAR e outros sinistros nas áreas de responsabilidade, que torne necessária a participação conjunta das mesmas, a fim de contribuir para a segurança da navegação, salvaguarda da vida humana nos rios, represas, lagoas e no Lago de Itaipu, prevenção da poluição hídrica e preservação do patrimônio das instalações fluviárias. - 19 -