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34 O Perigo de Contato Indireto em Cada Regime de Neutro RN: Resistência de ligação do neutro à terra; RM: Resistência de ligação de terra das massas; RS: Resistência do solo; RM3: Resistência de ligação de terra da massa afastada e não interligada; If: Corrente de defeito; C1,C2,C3: Capacidade fase/terra; UC1, UC2, UC3, UC4, UC5: Tensão de contato; ABCDEFGHIJ: Anel de defeito; ----: Caso de um segundo defeito que se produz no recetor situado longe e cuja massa não é interligada Figura 5.2 – Tensão de contato numa rede de neutro isolado após o segundo defeito de isolamento [1]. 5.3 – Perigo de Contato Indireto em Esquema de Ligação TT Na presença de um defeito de isolamento num recetor de uma instalação, desenvolve-se uma corrente de defeito If que, sendo o elétrodo de terra do neutro e o elétrodo de terra das massas separados, ou seja, não interligados, essa corrente de defeito é limitada pelas resistências desses mesmos elétrodos de terra (ver figura 5.3): (5.10) V é a tensão simples da rede. Supondo RN = 10Ω e RM = 15Ω, vem que: (5.11) As massas interconetadas apresentam uma tensão de contato igual a: (5.12) Sendo uma tensão perigosa que impõe o corte imediato da alimentação a fim de salvaguardar a segurança de qualquer pessoa que entre em contato com qualquer das massas dos aparelhos.