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Development Workshop — CEDOC 04/2011 — 81 Pelo menos cinco estabelecimento e inúmeras pessoas foram assaltados nas últimas semanas na rua Comandante Mandume, mesmo defronte ao prédio do livro, no Sambizanga. Segundo apurou o A Capital, os meliantes não tem a horas para as suas acções, assaltando pessoas cantinas, não importam se sejam horas mol1as ou, mesmo, de ponta. E, para eles os alvos também já estão identificados transeuntes, que por ali passam quando há muito engarrafamento, os moradores do prédio do livro, os carros estacionados por baixo daquele edifício e claro, as lojas boutiques e demais estabelecimento comercial localizadas nas redondezas Noémia Ambrósio, moradora e também proprietária de um salão de beleza confirmou que, naquela área os assaltos têm sido constante quer seja de dia ou de noite. Os moradores do prédio, as pessoas no engarrafamento e as lojas aqui são alvos fáceis e preferências dos marginais. Só o meu estabelecimento já foi assaltado três vezes, contou sublinhado que como ela como outras pessoas já sofreram assaltos. Já para os moradores em falta energia são os dias mais arrepiantes. Temos aqui os espaços que não são aproveitados. Onde no nosso entender poderia servir para colocação de esquadra móvel como espaço debaixo ou defronte a prédio, ou mesmo aqui ao lado desta loja onde há sucatas abandonadas 9.2 Batuqueiros regressam ao ataque Jornal A Capital 9 de Abril de 2011 Caso mais recente aconteceu na quarta-feira, 06, nas ime diações da paragem de táxis do Imbondeiro, ao Cazenga, concretamente na rua da Manauto 7, por volta das 23 horas. Informações obtidas por este jornal, no local, dão conta que dois jovens que se faziam transportar numa viatura de marca Chevrolet Spark, de cor preta, em direcção à zona da Olímpia, seguindo, ao mesmo tempo, à sua frente, uma outra viatura de marca Toyota Corolla, em marcha algo lenta, facto que os obrigou a abrandar também a marcha. Não sei, se eles estavam a andar devagar, por causa dos buracos que existem naquela via ou devido as águas da chuva que inundaram completamente a estrada ou foi propositado para nos receber o carro. Sei apenas que quando abrandamos, três pessoas desceram do carro, empunhando cada um uma arma do tipo AKM e colocaram-me, a mim, e ao meu amigo”, explicou Anacleto Agostinho, um dos ocupantes do Spark, ainda não refeito do susto que levou, quando lhes disseram para renderem-se e abandonarem a viatura. “Descemos do carro a correr e não fizemos nada senão fugir dali. Ligamos para o terminal 113, mas não fomos atendidos”, apesar de terem insistido, mas sem resultado. Curiosamente, nenhuma viatura passava pelo local, para ao menos socorrê-los. Um outro caso desta natureza ocorreu, nada mais, nada menos, na estrada Cacuaco/Luanda, por volta das 18 horas, quando no dia 31 de Março, Simba Artur, que se fazia transportar na viatura do seu irmão, um Toyota Corolla, vulgo «rabo de peixe», de cor vermelha, com a chapa de matrícula LD-05-46-DH, com objectivo de abastecê-la. Ao observar a enchente nas paragens de táxi, Bruno, como é mais conhecido o jovem motorista, resolve dar boleia à uma senhora, com o bebé ao colo, e três jovens trajados de batas. Depois da senhora chegar ao seu destino, desceu do carro, sendo que os três jovens de bata, a par do motorista, passaram a ser os únicos ocupantes da viatura. “Depois de alguns metros do local em que deixaram a senhora”, contou, “os jovens sacaram uma pistola e colocaram o meu irmão”, contou, Massomba Salvador pedro João, proprietário da viatura e irmão mais-velho da vítima. “Ele foi surpreendido pelos jovens que apontaram contra si três armas, anunciando o assalto», acrescentou. De acordo com o mesmo, após ser rendido pelos marginais, o motorista foi colocado entre as cadeiras da viatura. Dois dos meliantes pas saram a ocupar os bancos de frente e um terceiro permaneceu atrás com a arma apontada à vítima, de forma a impedir algum movimento que denunciasse aquela acção. “Ele foi levado até a um espaço baldio na zona da Shoprite do’ Palanca, onde foi deixado por volta das 22 horas, depois de ter sido espancado por eles”, salientou, para mais adiante dizer, que antes de o deixarem naquela zona, os meliantes ainda protagonizaram três assaltos contra kínguilas. Todavia, o jovem Bruno não con seguiu observar as áreas, onde realizara os assaltos, uma vez que encontrava-se com o rosto sobre os tapetes da viatura. Recorda apenas de ter ouvido os seus carrascos falarem em “assaltos bem sucedidos”. Massomba Salvador pedro João, frisou também que, ao longo do trajecto percorrido pelo seu irmão. Na companhia dos meliantes, estes perguntavam ao mesmo se, residia em Cacuaco ou no Hoji-ya-Henda, como constava nos seus documentos, ao que Bruno respondia ser residente do bairro Sucanor. “Esta situação fez despoletar uma tensão entre os meliantes, onde dois alvitravam a sua morte e o outro dizia que devia viver por ser ainda um miúdo, tendo sido conduzido para um lugar ermo, onde deixaram”. Para o seu reaparecimento em casa, Bruno contou com a ajuda dos moradores daquela circunscrição, que viram o carro a estacionar e aperceberam-se que a mesma deitara um corpo, supondo eles que se tratava de uma pessoa morta.