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Investigação-acção: Metodologia preferencial nas práticas educativas
• O desenvolvimento de um plano de acção com base numa informação
crítica e com a intenção de alterar, para melhor, determinada situação;
• O estabelecimento de um consenso para pôr o plano em andamento;
• A observação dos efeitos da acção revestidos da necessária contextualização;
• A reflexão sobre esses resultados, servindo como ponto de partida para
nova planificação e, assim, dar início a uma nova sequência de ciclo de
espirais.
Figura 4: Os momentos da Investigação-Acção (Kemmis, 1989)
8.3 Modelo de Elliott
Relativamente ao modelo de Lewin, o professor John Elliott introduz algumas alterações que vêm, sobretudo, dar ênfase ao processo de revisão dos
factos e reconhecimento de falhas antes de se dar início a cada sequência de
passos dentro dos circuitos em espiral já sobejamente referidos. Assim, neste
modelo encontramos as seguintes fases:
Psicologia, Educação e Cultura, 2009, XIII, 2
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