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Eletrodomésticos que consomem muita energia serão
tirados do mercado
21/janeiro/2008
Brasília - A partir de setembro, os aparelhos eletrodomésticos que com alto consumo de energia terão a
sua comercialização proibida no Brasil. O processo é um trabalho conjunto entre o Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), fabricantes, laboratórios e outras
instituições.
O coordenador de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia, Paulo de Tarso, disse, em
entrevista ao programa Notícias da Manhã, da Rádio Nacional, que é um projeto de regulamentação de
equipamentos, que tem início com a etiquetagem do Inmetro.
De acordo com o coordenador, depois que os produtos forem etiquetados, serão qualificados com selo
do Programa Nacional de Consumo de Energia Elétrica (Procel), ou selo do Programa Nacional de
Racionalização do Uso de Derivados de Petróleo e do Gás Natural (Conpet) – indicam aos
consumidores os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética - e por último,
pela Lei de Ciência Energética, que exclui do mercado produtos que não atendam requisitos mínimos de
eficiência. “É um projeto bem construído com a indústria e com a sociedade”.
Paulo de Tarso lembrou a importância de o consumidor observar a classificação que o equipamento
recebe, na hora de eletrodomésticos. “Isso é feito por meio da observação da Etiqueta Nacional de
Conservação de Energia, que é afixada bem na frente dos equipamentos”, ele explicou.
O coordenador alertou que produtos com muito tempo de uso têm o consumo 40% a 50 % superior aos
equipamentos comercializados hoje. “O consumidor deve substituir os seus aparelhos antigos por um
equipamento eficiente e preferencialmente que possua o selo Procel de eficiência energética”.
Fonte: www.agenciabrasil.gov.br
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