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ESTUDOS ACADÊMICOS EM Administração, Contábeis, Economia e Relações Internacionais 62 3.1.1 Hierarquia das necessidades de Maslow Em Chiavenato (1992, p. 156), para Maslow “as necessidades humanas estão arranjadas em uma pirâmide de importância e de influência do comportamento humano. Na base da pirâmide estão as necessidades mais baixas e recorrentes, enquanto no topo estão as mais sofisticadas e intelectualizadas.” São elas: Necessidades fisiológicas - são necessidades físicas como: alimentação (fome e sede), sono e repouso (cansaço), abrigo (frio ou calor), desejo sexual (reprodução da espécie). Para Megginson, Mosley e Pietri (1998), o empregador pode proporcionar ao empregado, para satisfazer estas necessidades: salário, férias, período de descanso no trabalho, pausa para refeições, banheiros, ar e água puros. Necessidades de segurança - levam a pessoa a proteger-se de qualquer perigo real ou imaginário, físico ou abstrato: a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga ao perigo, o desejo de estabilidade, a busca de um mundo ordenado e previsível são manifestações destas necessidades. Segundo Megginson, Mosley e Pietri (1998), o empregador pode proporcionar ao empregado, para satisfazer estas necessidades: desenvolvimento do mesmo, boas condições de trabalho, planos de aposentadoria, seguros de vida, hospitalar e dentário. Necessidades sociais - são as necessidades de associação, participação, aceitação por parte dos colegas, a troca de amizade, de afeto e de amor. Conforme Megginson, Mosley e Pietri (1998), o empregador pode proporcionar ao empregado, para satisfazer estas necessidades: grupos de trabalho formais e informais, clubes, atividades patrocinadas pela empresa. Necessidades de estima - são as necessidades relacionadas com a maneira pela qual a pessoa se vê e se avalia, isto é, sua autoavaliação e autoestima. De acordo com Megginson, Mosley e Pietri (1998), o empregador pode proporcionar ao empregado, para satisfazer estas necessidades: poder, elogios, prêmios, promoção. 3.1.2 Teoria dos dois fatores de Herzberg Conforme Marras (2000), Herzberg afirmou que o maior fator motivacional para o homem encontra-se no interior do seu próprio trabalho. De acordo com a chamada Teoria dos Dois Fatores, Herzberg aponta para a ideia de que no campo motivacional existem dois tipos de fatores: os que causam, predominantemente satisfação ou motivação, mas a sua falta não necessariamente causa insatisfação ou desmotivação; apenas observa-se nenhuma satisfação presente. São os fatores motivacionais. E os que causam, predominantemente insatisfação, são aqueles que não motivam. Sua presença não necessariamente causa satisfação no trabalho, enquanto sua ausência causa insatisfação. São os fatores higiênicos. De acordo com Chiavenato (2002) os fatores motivacionais, também denominados fatores intrínsecos, estão sob controle da pessoa, pois estão relacionados com o conteúdo do cargo e com a natureza das tarefas que a pessoa executa, ou seja, aquilo que ela faz e desempenha na organização. Ainda de acordo com Chiavenato (2002), os fatores motivacionais envolvem os sentimentos de crescimento individual, de reconhecimento profissional e as necessidades de autorrealização. Já os fatores higiênicos, conforme Chiavenato (2002), também denominados fatores extrínsecos, estão localizados no ambiente que rodeia as pessoas e abrange