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J. R. Ward Irmandade da Adaga Negra 11 ―Estou pronto para você, ― disse ela, em voz baixa e rouca. Qhuinn franziu as sobrancelhas, pensando que, fosse quem fosse o designer, a garota saiu como uma torta. Não um problema seu, porém. Quando ele entrou com os outros, o quarto que entrou era uma espécie de conservatório, os enormes vasos de coisas verdes e piano de cauda sugerindo muitas noites com os convidados olhando para algum cantor de ópera cantando à tirolesa no canto. Piada. ―Por aqui, ― a mulher anunciou com um floreio de uma mão que brilhava. Em seu rastro, aquele perfume ― talvez fosse mais do que sprays de uma única fonte, como uma superposição de todos os tipos de porcaria? ― quase colorindo o ar atrás dela, e seus quadris estavam fazendo seu dever em dobro a cada passo, como se ela estivesse esperando que eles todos estivessem olhando para sua bunda e querendo um pedaço dela. Nope. Tal como acontecia com os outros, ele estava procurando em cada canto e recanto, pronto para atirar e fazer perguntas depois que o corpo caísse. Não foi até que eles vieram para o hall de entrada, com suas iluminadas pinturas a óleo do teto, e seus tapetes vermelho escuro orientais, e o... Merda, o espelho era exatamente como a que havia sido pendurado na casa de seus pais. Mesma posição, mesmo do chão ao teto, ouro cacheado folhado. Sim, ele tinha arrepios. Ruim. A casa inteira lembrou‐o da mansão em que ele crescera, tudo em seu lugar, a decoração muito, muito, muito longe de classe média, mas nada berrante, e no estilo Donald Trump. Nah, essa merda era uma mistura sutil de riqueza de idade e senso de estilo clássico que só poderiam ser criados, não ensinados. Seus olhos procuraram Blay. O cara estava fazendo seu trabalho, ficando estanque, verificando o lugar. A mãe e o pai de Blay não tinham sido ricos o bastante. Mas sua casa tinha sido muito melhor em muitos níveis. Mais quente ― e que não era sobre os sistemas de HVAC164. Como estavam os pais de Blay? Ele se perguntou abruptamente. Ele tinha passado quase mais tempo sob seu teto do que do seu próprio, e ele os esquecera. A última vez que os tinha visto... Deus, muito tempo. Talvez naquela noite dos ataques, quando o pai de Blay tinha ido ao contador, Mr. Suit, para chutar sua bunda. Depois disso, o casal tinha saído de sua casa segura, e então eles e Blay haviam desmoronado completamente. Ele esperava que eles estivessem bem... A imagem de Blay e Saxton parados peito a peito, quadril a quadril, no quarto de Blay atravessou seu cérebro. Deus... droga... tinha machucado. Cara, o karma era bom em seu trabalho. 164
Das palavras inglesas Heating, Ventilation, and Air Conditioning – Calor, Ventilação e Ar Condicionado 284