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G UIA C LUSTER 6.2.2 - M EIOS que, caso ocorram, existam formas de reparo a fim de restaurar as condições de serviços. Um exemplo de falha imprevisível é a falha de um componente de hardware. Tolerância à Falhas O paradigma de tolerância à falhas é definido como a capacidade de um sistema apresentar um comportamento bem definido na ocorrência de falhas. As formas básicas de tolerância à falhas são: Propriedade do Sistema Operacionalidade não garantida Mascaramento Segurança não garantida Operacionalidade Garantida Segurança garantida Defeito seguro (fail safe) Sem mascaramento, Não tolerância Tabela 6.1: Formas básicas de tolerância à falhas. Fonte DANTAS [136] A primeira forma se caracteriza pela segurança e operacionalidade garantida, é a que realiza o mascaramento, empregado para encobrir ou ocultar falhas. Neste item o serviço apresentado pelo sistema não deverá ser modificado pela ocorrência de falhas, ou seja, o sistema como um todo não deverá apresentar defeito. Logo o sistema deverá permanecer operacional e em um estado seguro para os usuários e para o meio ambiente. Está é a forma mais completa de tolerância à falhas, a mais desejada e a de maior custo. Todas as demais formas modificam o serviço prestado pelo sistema na ocorrência de falhas ([136]). A tolerância a falhas consiste, basicamente, em ter hardware redundante que entra em funcionamento automaticamente após a detecção de falha do hardware principal. Este texto não tem a intenção de estender demasiadamente a discussão sobre este tema podendo ser melhor visto em DANTAS [136]. VERSAO 0.6 PÁGINA 95
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