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7.5 – ANEXO V
Este anexo trata-se de uma entrevista realizada na Faculdade de Engenharia
Elétrica na UFG, localizada no setor universitário, na Praça Universitária, no dia
30/10/2006, em sala de reunião dentro do departamento de informática na UFG, onde teve
a participação de alguns membros do corpo discente da UCG, além um funcionário da
UFG.
Corpo Discente da UCG: Djane Soares de Oliveira, Rui Manuel Ribeiro Freire,
Rânder Araújo Ribeiro.
Funcionário da UFG que é responsável pelo fone@rnp: Sr. Fred.
UCG – Como é feita a interligação do Asterisk com a telefonia pública?
UFG – Placa E1 – ligamos um link E1 com tecnologia E1/R2 e E1/ISDN, onde o ISDN é o
mais caro, e o R2 – o problema que é o atraso na ligação, onde existe a discagem para o
PABX, onde fica esperando o número dois segundos que é o tempo de espera e aí entrava a
voz no IVR. IVR é a conexão com o fone net RNP. Havia um atraso para direcionar a
ligação para fora essa deficiência é do R2. O ISDN é o padrão mais próximo da rede
telefônica. A placa que estamos utilizando é da digium. Trabalhamos com a tecnologia
E1/R2, onde a Brasil telecom trocou a central e aí tivemos que refazer a configuração deu
trabalho, mas conseguimos. O nosso PABX é virtual. O Asterisk é maleável com a
configuração. O PABX VIRTUAL e o E1 – São dois links separados.
UCG – Como é feita a interligação do Asterisk com a rede telefônica convencional da
UFG?
UFG – O E 1 disca para o telefones da UFG, onde o IDR atende e disca para o nº desejado
Digium placa com 24 pares que liga na Rede convencional.
UCG – Qual é o provedor utilizado?
UFG – Não temos provedor comercial, onde todas as máquinas são interligadas no
fone@rnp – fone net RNP, provedor RNP.
UCG – Qual é o custo deste provedor?