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Contemporary Grammar (1972), mas no volume posterior a influência desses corpora é mais evidente, com a apresentação ocasional de resultados estatísticos (normalmente em notas de rodapé, tais como as freqüências de verbos auxiliares modais na página 136, e as freqüências de certas preposições que expressam ‘posição relativa’ na página 679). Em 1990 John Sinclair, Gwyneth Fox e colaboradores publicaram a Collins COBUILD English Grammar (doravante COBUILD Grammar). A COBUILD Grammar foi a primeira gramática a usar um corpus como fonte exclusiva de citações, e como tal representa um marco histórico no desenvolvimento de gramáticas com base em corpora. Em 1996, Sidney Greenbaum, um dos membros da ‘gangue dos quatro’, famosos pela autoria da Contemporary Grammar (1972) e da Comprehensive Grammar (1985), publicou a Oxford English Grammar (doravante Oxford Grammar). Esta gramática é baseada em um corpus de quatro milhões de palavras e representa uma variedade de gêneros escritos e falados, envolvendo os dois principais dialetos da língua inglesa – o britânico e o americano. O avanço recente mais significativo foi a publicação, em 1999, da Longman Grammar of Spoken and Written English (doravante Longman Grammar), de Douglas Biber e colaboradores. A Longman Grammar é sem dúvida a gramática mais influenciada por corpora atualmente. Além de todos os exemplos derivarem de corpora (assim como no caso da COBUILD Grammar), a Longman Grammar também contém uma grande quantidade de informações quantitativas relativas à freqüência de estruturas gramaticais e suas variações em diferentes registros. Neste artigo não pretendo explorar ou avaliar a natureza da descrição gramatical das gramáticas sob investigação. Provavelmente, como conseqüência da enorme influência da descrição gramatical desenvolvida nas gramáticas de Quirk et al, os avanços nas gramáticas subseqüentes foram comparativamente Caderno Seminal Digital, Ano 12, Nº 5, V 5 (Jan/Jun 2006) – ISSN 1806-9142 143