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possibilitando um melhor intercâmbio e compartilhamento de informações entre os fiscos; Redução de custos no processo de controle das notas fiscais capturadas pela fiscalização de mercadorias em trânsito; Diminuição da sonegação e aumento da arrecadação; Suporte aos projetos de escrituração eletrônica contábil e fiscal da secretaria da RFB (Receita Federal do Brasil). Além dos beneficiados citados acima, há vantagens também para os profissionais da contabilidade, pois a NF-e serve de suporte para o SPED Contábil e Fiscal, facilitando e simplificando a escrituração dos fatos contábeis. Controle eletrônico de gerenciamento de entradas e saídas de mercadorias nos postos fiscais, facilitando a localização das mesmas para fins de pagamento de imposto. Abertura de posto de trabalho ligado à prestação de serviços e consultoria sobre a NF-e. Segundo Cleto (2006, p. 5) em Artigo da Revista do CRC-PR Revolução Digital no meio Contábil, a partir da implantação da nota fiscal eletrônica boa parte desse cenário deixa de existir, pois ela elimina uma série desses procedimentos dispendiosos e com um custo maior, como por exemplo: não é necessário imprimir blocos de notas, nem imprimir várias vias, isto é, redução de custos na aquisição de papel; na armazenagem das notas já que só é impressa uma via por isso há uma economia de espaço e um menor uso de material para arquivamento. 2.4 MODELOS OPERACIONAIS Segundo o Portal Nacional da Nota Fiscal Eletrônica, a operação para emissão da NF-e é feita através do envio de um arquivo eletrônico contendo dados fiscais, assinados através do Certificado Digital (garantindo sua validade). O arquivo é então enviado pela internet para o SEFAZ Estadual que fará uma pré-validação do arquivo para então autorizar o uso e consequentemente a sua emissão. A validade e a existência da NF-e, é feita através da sua visualização no Portal através da chave de acesso constante no DANFE. Figura 01 - Consulta NF-e pela Internet Fonte: Portal da Nota Fiscal Eletrônica (2010) 2.4.1 Habilitação para emissão de NF-e O Projeto Conceitual do Sistema especifica as etapas operacionais para emissão da nota, a habilitação é a primeira fase da implantação da NF-e. Caracteriza-se como cadastramento da empresa junto a Secretaria da Fazenda. Após o envio do pedido, a SEFAZ verifica através de análise da empresa, dando o parecer se aprova ou não. Concluída essa fase o emitente enviará o arquivo para o ambiente de testes, para então ser homologado. Segundo Portal Nacional da Nota (2010, p. 01) os dados necessários para que a nota seja validada são: Assinatura digital – para garantir a autoria da NF-e e sua integridade; Formato de campos – para garantir que não ocorram erros de preenchimento dos campos da NF-e (por exemplo, um campo valor preenchido com letras); Numeração da NF-e – para garantir que a mesma NF-e não seja recebida mais de uma vez; Emitente autorizado – se a empresa emitente da NF-e está credenciada e autorizada a emitir NF-e na Secretaria da Fazenda; A regularidade fiscal do emitente – se o emissor está regularmente inscrito na Secretaria da Fazenda da unidade federada em que estiver localizado. Homologado o envio, o contribuinte recebe um código para emissão da NF-e e transmissão da mesma para o ambiente nacional. Anais do IV Congresso Científico da UnP - Mossoró/2013 | 319
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