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6. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE CONTROLO DE PERDAS 6.1 Nota introdutória Como se referiu no Capítulo 4 (Vias para a abordagem do problema), as metodologias internacionalmente consagradas para controlo de perdas de água consideram a dimensão económica como a principal, tratando as outras vertentes como complementares e directamente relacionadas. Avaliação da dimensão do problema Definição de uma estratégia de controlo de perdas Medição zonada Gestão de pressões Em geral, é aconselhada uma abordagem tendo como ponto de Localização de fugas partida para a implementação de uma estratégia de controlo de perdas a Reparação modularização dos sistemas. Esta é uma prática antiga no Reino Unido, de Avaliação de resultados onde são originárias as principais abordagens de controlo de perdas. A utilização generalizada de zonas de medição e controlo tem vindo, de algum modo, a compensar o facto de naquele país a facturação da água não ser feita em função do consumo, não havendo uma prática extensiva de medição domiciliária. Actualmente, a sectorização das redes é considerada um passo básico para a concretização do controlo activo de perdas, complementar à medição individual de cada consumidor. Na definição de uma estratégia de controlo de perdas o que está em causa é avaliar a partir de que nível de perdas é economicamente rentável proceder a uma intensificação de meios para redução de perdas aparentes, para melhorar a gestão de pressões ou para a localização e reparação de fugas não visíveis. Thornton (2002), por exemplo, considera que as análises de custobenefício devem incluir as seguintes parcelas: Custos: – Custos de engenharia; – Custos de construção; DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE CONTROLO DE PERDAS 111