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ISSN: 2318-1052 importância. (IEL) Fonte: Coleta de Dados (2013). Segundo Parasuraman, Zeithami e Berry (1985) é por causa da intangibilidade que as empresas encontram dificuldade em entender como o consumidor percebe seus serviços e avalia sua qualidade. Para Reis (2001), a qualidade ou aparência de qualquer evidência física como bens, equipamentos e o pessoal, funcionários com aparência limpa profissional, é utilizada pelo consumidor para avaliar a qualidade do serviço. Assim, de acordo com o quadro 1 é possível perceber que as duas instituições (CIEE e IEL) defendem o critério da aparência como um dos requisitos necessários para qualidade de serviços, no critério da intangibilidade. No entanto, apesar de acreditarem que a aparência influencia diretamente no serviço prestado, as instituições apresentam opiniões divergentes. Pois enquanto o CIEE relata que os candidatos a uma vaga de estágio se preocupam com a aparência o IEL, já diz o contrário, que eles não se preocupam. Já em relação à visão das empresas quanto à aparência, o CIEE defende que estar bem vestido é o que é mais evidenciado pelas empresas, enquanto o IEL tem a percepção que as empresas optam por aparência física, acentuando a questão da beleza que é um fator subjetivo. No quesito das exigências dos currículos as instituições também possuem entendimento distinto. Pois, enquanto o CIEE evidencia que é exigido do profissional de serviços uma boa aparência e comunicação em seu currículo, o IEL discorda, enfatizando que não há exigências nesse quesito. Na questão do desempenho do estagiário versus a percepção dos clientes, o CIEE diz que através de reuniões e relatórios é que conseguem avaliar se os estagiários acreditam que seu desempenho afeta a percepção dos clientes em relação à empresa. Mas já o IEL informa que os estagiários não dão importância a esse quesito e se preocupam somente em crescer profissionalmente, sem perceber a relação existente entre seu desempenho e crescimento profissional. Dessa forma, é possível perceber que a visão apresentada pelo CIEE está de acordo com o que é defendido pela teoria, enquanto a do IEL aponta que não. Assim, será revelado no quadro 2 a percepção das instituições quanto ao critério da responsividade do modelo SERVQUAL. O quadro 2 apresenta a dimensão da responsividade encontrada nas organizações, a partir da coleta de dados. Foi possível perceber que as organizações concordam no quesito da efetivação, defendendo que as empresas ao contratar um estagiário tem interesse em efetiválo. No que concerne ao treinamento, ambas informam que as empresas não prestam ao seu estagiário um treinamento adequado. Em relação à educação, as instituições informam que por não ter um acompanhamento maior do estagiário não podem generalizar e responder que os estudantes são educados e gentis, apesar de não receberem reclamações das empresas contratantes. Já em relação à pró-atividade, as instituições não possuem o mesmo ponto de vista. Pois enquanto o CIEE revelam que os estagiários se sentem inseguros e que por isso não conseguem ser pró-ativos, o IEL apresenta a pró-atividade como um indício para o grande número de efetivações. Quadro 2 – Critério da Responsividade do modelo SERVQUAL. RESPONSIVIDADE Treinamento Proatividade Efetivação Educação Normalmente, em alguns casos sim. Mas no setor de serviços nem [...] a gente percebe que as pessoas ainda se sentem inseguras, principalmente quando estão ainda nesse Sim. Normalmente a empresa que contrata um estagiário é com o intuito de efetiva-lo É, nós não vivenciamos muito o dia a dia do estagiário dentro da empresa. 12