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CAPÍTULO IX
EXPERIÊNCIA COM MILHO CRIOULO PARA DIVERSIFICAÇÃO
PRODUTIVA E GERAÇÃO DE RENDA EM UM ASSENTAMENTO
NO SUDOESTE DE GOIÁS
Dinalva Donizete Ribeiro 69
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Hildeu Ferreira da Assunção
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Mariza Souza Dias
Verde, come-se em espigas, assado ou cozido; em pamonhas;
em mingaus; em bolos, puros (curau) ou confeccionado com
outros ingredientes. Seco, come-se como pipoca, quirela e
canjica; moído, fornece os dois tipos de fubá, grosso e
mimoso, base de quase toda culinária de forno entre os
caipiras, inclusive vários biscoitos, o bolão, bolinhos, broas,
numa ubiqüidade só inferior à do trigo; pilado, fornece a
farinha e o beiju, não esquecendo o seu papel na alimentação
do gado (CÂNDIDO, 1982, p.53).
I. Introdução
O município de Jataí, localizado na microrregião sudoeste de
Goiás (Mapa 1), é propalado por sua agricultura altamente tecnificada e
pelo desenvolvimento do agronegócio, cuja produção é destacada no
âmbito nacional, sendo um dos municípios com maior produtividade de
milho safrinha do Brasil. (DIAS, 2008).
Paradoxalmente, para onde avança este modelo produtivo, a
oferta de alimentos para a população local é reduzida e consideramos que
um dos motivos está associado às sementes, cujas variedades foram se
perdendo à medida que a revolução verde foi se amalgamando,
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Doutora em Geografia, professora dos cursos de graduação e pós-graduação em Geografia da Universidade
Federal de Goiás, Campus Jataí. Coordenadora do projeto em discussão. Endereço eletrônico:
[email protected]
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Doutor em Agronomia, professor dos cursos de graduação e pós-graduação em Geografia e Agronomia da
Universidade Federal de Goiás, Campus Jataí. Coordenador técnico do projeto em discussão. Endereço
eletrônico: [email protected]
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Geógrafa, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Goiás,
Campus Jataí. Estagiária técnica do projeto em discussão. Endereço eletrônico: [email protected]
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