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4.6 Testando Agentes Móveis com a JaBUTi/MA 60 4. Então, o agente começa a executar normamente e os dados de trace são enviados ao servidor de teste. Caso o projeto do agente esteja aberto na ferramenta, tais dados são imediatamente processados. Nesse caso o botão “Update” fica vermelho, indicando que novos casos de teste chegaram a ferramenta. A cada vez que o agente migra para um novo host, um novo caso de teste é enviado ao servidor de teste. No caso de realizar o teste do agente no servidor, Delamaro (DELAMARO; VINCENZI; MALDONADO, 2004) sugere: 1. Crie um projeto de teste para o agente, normalmente como se faria para qualquer programa. 2. De dentro da própria JaBUTi deve-se instalar o servidor de teste que vai receber os dados da execução do agente nos servidores por onde ele passar instrumentado. 3. Executar o agente instrumentando-o no servidor. Neste caso o agente será instrumentado somente quando chegar em algum µServer configurado para realizar a instrumentação. Essa configuração é feita passando-se três parâmetros: o endereço do servidor de teste; o nome do agente (o mesmo nome que identifica o agente no servidor de teste) e as classes a serem instrumentadas. Caso a aplicação móvel utilizar um servidor padrão, este pode ser instalado e parametrizado utilizando-se o programa mucode.util.TestLauncher (em vez de utilizar o mucode.util.Launcher) que aceita parâmetros na linha de comando para setar cada um destes argumentos. O capı́tulo seguinte apresenta os estudos de casos implementados com o intuito de serem testados para validar o tema proposto por este trabalho. Para tanto, foram criados dois estudos de casos o primeiro é um jogo denominado Bozó, e o segundo é um aplicativo de conversação denominado Mobile Chat. Além dos estudos de casos criados, também são apresentadas as atividades de teste realizadas nos mesmos.