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15 DE SETEMBRO DE 2011 “Aeródromo alternativo para a aterragem” é um aeródromo especificado no plano de voo, para que um voo possa escalá-lo quando for desaconselhável aterrar no aeródromo de destino; “Aeródromo alternativo adequado” um aeródromo adequado, onde, para o tempo previsto de uso, informações meteorológicas, ou previsões, ou qualquer combinação dos mesmos, indicam que as condições meteorológicas serão iguais ou superiores aos mínimos operacionais do aeródromo, e os reportes das condições da superfície da pista indicam que uma aterragem segura é possível; “Aeródromo alternativo para descolar” significa um aeródromo para o qual um voo pode aterrar se as condições meteorológicas no aeródromo de partida impedem um retorno para aterragem; “Altitude de segurança em rota” é uma altitude que garante uma altura de separação de pelo menos 1,500 metros acima do obstáculo mais alto localizado dentro de cinco milhas náuticas da aeronave em voo; “Auto-despacho para Piloto” é um sistema onde a autoridade e responsabilidade para a autorização de voo, operação e acompanhamento de foram delegadas exclusivamente ao Comandante (PIC); “Co-autoridade de despacho” a autoridade partilhada entre o Comandante (PIC) e o Despachante Oficial de Operações de voo, na formulação de um plano de voo operacional e autorização do voo; “Corredor” é a passagem longitudinal entre os assentos; “Fases críticas de voo” inclui todas as operações de solo envolvendo taxi, descolagem, subida até 10,000 pés e aproximação de cruzeiro abaixo de 10,000 pés; “Fixo de aproximação inicial (IAF)” é um fixo situado no procedimento de aproximação por instrumentos gráficos que identifica o início do segmento de aproximação inicial; “Hidroavião” designa uma aeronave projectada e construída para descolar na superfície de terra e da água; “IACM” Instituto de Aviação Civil de Moçambique, Órgão Regulador Aeronáutico, criado pela Lei 21/09 de 28 de Setembro; “Membro do pessoal navegante de cabine adicional” é um membro do pessoal navegante de cabine transportado acima do número mínimo exigido pela subparte 2 da parte 91; “Monitoramento do Voo”, é o processo de monitoramento do progresso de um voo, a partir do seu ponto de partida até ao seu destino final, incluindo qualquer paragem na rota, e a notificação das autoridades competentes em caso de atraso ou desaparecimento de uma aeronave; “Noite” significa o período entre o final do crepúsculo da noite civil e o começo do crepúsculo da manhã civil; “Observação do voo”, processo pelo qual um técnico oficial de operações de voo providencia serviços de monitoramento de um voo, e fornece todas as informações operacionais que venham a ser solicitadas pelo Comandante ou consideradas necessárias pelo oficial de operações de voo; “Oficial de Operações de Voo (FOO)” é a pessoa autorizada por uma transportadora aérea para exercer o controlo operacional sobre um voo; 422(117) “Operações em todo o tempo meteorológico” é qualquer descolagem em rota ou operações de aterragem em IMC e operados de acordo com IFR; “Pessoal de Segurança da Aviação” pessoas empregadas por um operador aéreo que tenha sido aprovada pelo Director-Geral, para gerir a segurança de voo e um programa de prevenção de acidentes; “Piloto de Verificação da Empresa (CCP)” um Piloto de uma operadora aérea autorizada pelo Director-Geral para realizar verificações de voo específico, em nome do Órgão Regulador Aeronáutico; “Plano de voo do serviço de tráfego aéreo”, são informações específicas, relacionadas com o voo de uma aeronave, que são emitidas, oralmente ou por escrito, por uma unidade de controlo de tráfego aéreo; “Radiação cósmica total” é o total de radiação ionizante e de neutrões de origem galáctica e solar; “Seu” significa, salvo indicação em contrário, ser a sua; “Segurança”, para efeitos da subparte 2 apenas, as são medidas tomadas para a prevenção de actos ilícitos contra a aviação civil; “Sistema de Controle Operacional (OCS)” significa um sistema de operador aéreo para o exercício da autoridade sobre a formulação, execução e alteração de um plano de voo operacional em relação a um voo ou série de voos; “Sistema de Monitoramento de voo” é o equipamento, instalações e pessoal da operadora aérea, que permitem que a operadora aérea exerça o controlo operacional sobre um voo através da comunicação directa e em tempo real; “Tecto de Nuvem” é a altura acima do solo ou da água da base da camada mais baixa da nuvem situada abaixo de 20,000 pés abaixo e cobrindo mais de metade do céu; “Tráfego total” a massa total de passageiros, bagagem e carga, incluindo carregar qualquer carga não comercial. 121.01.2 Aplicabilidade (Referência a ser feita para os MOZCARs 91,92,127 e135) (1) Esta Parte aplica-se em relação a qualquer: a) aeronave com MCTOW superior a 5,700kg, ou uma versão máxima aprovada de passageiros superior a dezanove lugares, registada em Moçambique e envolvida em operações comerciais de transporte aéreo em Moçambique; b) aeronave com MCTOW superior a 5,700 kg, ou uma versão máxima aprovada de passageiros superior a dezanove lugares, registada em Moçambique e envolvida em operações comerciais de transporte aéreo internacionais; c) pessoa que actue como membro do pessoal navegante de cabine da aeronave registada em Moçambique que é operada segundo este regulamento; e d) pessoa que está a bordo de uma aeronave operando nos termos desta parte. (2) O Director-Geral tem poderes para emitir directivas para o cumprimento de normas de segurança e SARPs da ICAO. Tais directivas têm plena imperatividade sobre estes regulamentos.